«A ficção foi a nossa grande aposta para conquistarmos o ‘primetime’», Luís Marques

A SIC já está a preparar as próximas apostas

Luís Marques, administrador editorial do grupo Impresa confessou à TV Mais desta semana que a liderança em primetime da SIC se deve à grande aposta do canal na ficção.

A chegar bem perto do primeiro lugar, no all day nalguns dias da semana útil o responsável afirma: «A ficção foi a nossa grande aposta para conquistarmos o primetime»

O facto de ter novela portuguesa em horário nobre não é inocente e está, na opinião de Marques a colher ahora os primeiros frutos de uma aposta que se iniciou, curiosamente, com a mal sucedida “Podia Acabar o Mundo”. Só mais recentemente é que a SIC viu vingar a sua própria ficção. «A aposta mais estruturamente para a SIC foi feita na ficção. Porque é o género preferido dos portugueses. Fideliza o telespectador e era onde a SIC tinha tido experiências menos boas», confessou.

Com o fim das gravações de “Dancin’ Days” a próxima novela já está em período de pré-produção e a máquina vai continuar em funcionamento. «Dancin’ Days vai manter-se no ar até ao verão e estamos já em fase de pré-produção da próxima novela. Contamos estar a gravar em abril ou maio», adiantou à revista semanal.

Luís Marques não atribui a liderança exclusivamente a “Dancin’ Days”. Embora a trama protagonizada por Joana Santos e Soraia Chaves seja o programa mais visto da televisão portuguesa, o administrador diz que «as produções da Globo, que são muito importantes para que a SIC é hoje, e a nossa informação, que é um terceiro elemento que nos ajuda a manter a força competitiva».

Com a nova história, também de Pedro Lopes (autor da atual novela da noite) em marcha, colocam-se novos desafios, como os sábados (pior dia da semana para a estação) e os domingos à noite, onde “Vale Tudo” tem conquistado sucesso, mas não deve durar para lá do verão. «Além da nova novela, vamos ter novos formatos, um para substituir o “Vale Tudo” e, eventualmente, no sábado teremos também coisas novas. Estamos a trabalhar nisso», terminou.

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