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“A Teia”: Conheça todas as personagens da novela da TVI

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“A Teia”

Estreia esta noite na TVI a nova aposta do canal na área da ficção. Trata-se de “A Teia”, escrita por André Ramalho.

Conheça todas as personagens de “A Teia”:

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Diogo Morgado é Simão em “A Teia”

Simão Rosa Neto (Diogo Morgado)

Nasceu no Porto no meio de uma família privilegiada. Simão tinha aspirações de ser um pugilista reconhecido, mas o pai (Augusto) determinou desde cedo que o filho dirigisse os negócios da família.

O choque constante com o pai era mediado pela mãe (Margarida) que sempre o defendia. E ele a ela. Ainda adolescente, e numa discussão violenta, enfrentou o pai, o que lhe valeu uma expulsão da casa e da família.

Com o irmão, Jaime, tinha uma relação protetora, mas este cortou laços com ele assim que Simão emigrou para a Escócia. O único elo que continua a prendê-lo a Portugal é a mãe. Entre os dois existe uma ternura especial que nem a distância quebrou. Generoso por natureza, Simão é grande nos atos mas também nas fragilidades que o tornam mais forte.

O isolamento permite-lhe viver à margem do seu meio na maneira de pensar e nos seus hábitos. Prefere viver de acordo com os seus princípios, mesmo que seja com dificuldades. Sobrevivência é a sua palavra de ordem, sem nunca se deixar pisar. Mas o mais desfavorecido esconde uma garra que fará sempre dele um vencedor.

O segredo está no amor que tem pela filha, Inês. Nos desafios, Simão revela-se um gigante, mas é na dimensão de pai que ele quebra a armadura que usa contra o mundo. Pela filha será capaz de tudo e nada o fará separar-se dela, apesar da relação difícil com a mãe dela, Mónica. Mas a morte de Margarida durante o assalto a um Banco fá-lo perder o chão.

Será na luta por limpar a reputação da mãe que Simão encontrará uma paixão inesperada por Lara. Na resolução do mistério do verdadeiro mandante do assalto, os dois poderão descobrir que o que os une é maior do que o que os separa. Juntos, poderão viver o amor que os pais nunca conseguiram viver. E descobrir quem os matou.

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Mafalda Marafusta é Lara em “A Teia”

Lara Seixas (Mafalda Marafusta)

Nasceu no Porto, num meio familiar de classe média baixa. Os seus pais sempre viveram com dificuldades, mas cedo lhe ensinaram a enfrentar a vida de mangas arregaçadas e com um sorriso nos lábios.

A genica aprendeu com a mãe, Isaura, uma peixeira de Matosinhos que mostrou à filha que nunca se vira a cara à luta. Já o sorriso, herdou do pai, com quem tem uma relação franca de amizade e respeito, bem diferente da relação de conflito que desenvolveu com a mãe.

Admira António pela bondade e simplicidade com que encara a vida e tenta fazer o mesmo, mostrando-se altruísta e generosa, sempre pronta a abraçar uma causa válida e justa. Foram estes sentimentos que a fizeram estudar Direito para um dia cumprir o seu sonho de ser procuradora do Ministério Público.

Apesar da família, encabeçada pelo avô Valdemar, ter um pequeno negócio de oficina e bate-chapas por baixo do prédio onde vivem, cedo Lara mostrou vontade para outros voos. Para espanto de todos e sem aviso prévio, Lara decidiu rumar à Escócia atrás de uma suposta oportunidade para estagiar e aprofundar os estudos. Neste assunto, até o pai foi contra e só o avô Valdemar a apoiou. O mundo é teu, agarra-o com as duas mãos – disse-lhe ele. E foi neste espírito de aventura que Lara se mudou de armas e bagagens para Edimburgo, sempre confiando que voltaria um dia renovada para os braços da família e para o sorriso nostálgico do pai.

Lara é hoje uma mulher segura e confiante em quase tudo. Acredita nos valores sociais e vira-se ao contrário para ajudar alguém que precise. As dificuldades ultrapassa-as com uma vontade férrea e com muita imaginação, revelando assim o seu lado mais solar, criativo e impulsivo. No entanto, esconde um segredo obscuro, a verdadeira razão que a fez fugir para a Escócia e para longe de tudo o que conhecia. Esta fragilidade revela-se nas relações amorosas das quais foge com alguma mestria. Tudo corre bem até surgir uma oportunidade de intimidade mais profunda. Mas o trabalho e as causas que defende preenchem-lhe qualquer vazio emocional que encontre. Ou pelo menos assim pensa ela, até ao dia que conhece Simão e este abala todas as certezas de Lara com uma paixão inesperada.

Todos os planos que tinha caem por terra com a tragédia da morte do pai em circunstâncias que Lara não consegue aceitar como possíveis. O pai assaltou um Banco com outra mulher, usando esta um colar-bomba ao pescoço que acabou por explodir e vitimar os dois. Lara volta imediatamente para Portugal e passa a ter uma única missão – provar a inocência de António e mostrar quem é o verdadeiro assassino que o matou. Nesta investigação terá a ajuda de Simão que quer também limpar a reputação da mãe, Margarida, a suposta cúmplice do assalto. Mas o amor escondido de juventude que existiu entre os dois assaltantes vai provocar um terramoto nas respectivas famílias e acabará por separar Lara e Simão. Ou não.

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Joana Ribeiro é Diana em “A Teia”

Diana Figueiredo (Joana Ribeiro)

Nascida em Lisboa, cresceu numa família de classe média-baixa, num bairro pobre da periferia da cidade. Teve uma infância feliz e mimada pelos pais. Quando quis ingressar na Polícia Judiciária, eles apoiaram-na, mas ela estava mal preparada. Os primeiros anos foram uma catástrofe de que ela nunca quer falar.

Decidiu então mudar-se para a PJ no Porto, uma cidade nova, uma vida nova. E aí conhece Tiago que poderia ser um novo amor, caso ele não fosse casado. Diana é uma mulher de esquerda e muito empenhada em tudo o que faz.

Ateia desde tenra idade, assim que começou a questionar as injustiças do mundo. Fechada em si mesma, às vezes torna-se soturna e obstinada, até um pouco pespineta e caricata.

Usa todo o tempo que tem para se concentrar no trabalho, tentando até esconder a beleza inegável que tem de forma a ser levada mais a sério no meio mais masculino onde está inserida. Confia no intelecto e na auto-determinação para resolver todos os problemas, mas é muitas vezes traída pela falta de competências sociais e pouco jeito para o confronto.

Prefere resolver tudo pela teoria, mais do que pela prática, o que a coloca em dificuldades pelo trabalho que tem. Apelidada sempre como um rato de arquivos, tenta sempre fugir do trabalho no terreno se isso a puder colocar em perigo. A razão para tal, esconde-a a sete-chaves.

Acima de tudo, Diana nunca desiste de procurar justiça e resolução para os casos que investiga. Sobretudo para as mortes de Margarida e de António, ocorridas no decorrer do assalto ao Banco, e a todas as outras que se seguirão. Isto colocará Diana em rota de colisão com Lara e Simão que tentam paralelamente investigar a morte dos pais. Solucionar o mistério desta teia será a sua maior missão.

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