“A Teia”: Resumo dos próximos episódios

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Episódio 165 (27 de maio a 2 de junho)

Julie deixa cair a arma, Lara corre e agarra-a. Julie destrói a escuta que tem dentro da mala e explica que simulou que a ia matar Lara para conseguir apanhar Marta, pois sabe que ela é cúmplice do assassino.

Simão avança pelo corredor disfarçado de enfermeiro e entra no quarto do padre e exige-lhe que ele lhe diga qual a relação dele com a família de Leonor, mas é desmascarado pela enfermeira-chefe, que lhe exige que saia. Julie chega a casa e diz a Marta que correu tudo como planeado e matou Lara.

Marta diz que o assassino vai apreciar o que ela fez e Julie fica esperançosa de conhecer o assassino e entregá-lo à polícia. Marta revela a Raposo que se fez passar pelo chefe e mandou uma mensagem a Julie para se desfazer de Lara. Raposo fica tenso e ela pede-lhe para ele não contar nada.

Vera e Jaime discutem, com ela a acusa-lo de a querer matar e Jaime a defender-se que também é um alvo do assassino. Valdemar vai à PJ e participa a Lopes o desaparecimento de Lara, e acusa Marta de estar envolvida com o assassino do capuz. Lopes desvaloriza as declarações e Mário exige que ele investigue a situação.

Lara está agradecida por aquilo que Julie fez por si e Julie pede-lhe que se mantenha escondida por uns dias, até Marta lhe apresentar o assassino. Lopes diz a Marta que a quer interrogar sobre o desaparecimento de Lara e ela nega qualquer envolvimento. Valdemar pede a Humberto para confirmar a todos que Lara está desaparecida.

Marta arromba a porta de casa de Lara e vê uma pequena poça de sangue no chão. Isaura entra e fica em pânico e Marta fica aliviada e atende chamada de Jaime. Isaura, conta o que acabou de ver a Valdemar e este pede-lhe que mantenha silêncio em relação ao que viu.

Simão aceita encontrar-se com Freira que assume que envenenou o padre, para lhe pregar um assusto por se ter metido com várias raparigas. Simão quer saber se alguma dessas raparigas se chamava Leonor, mas a freira não consegue confirmar.

Joana exige que Vera volte a tomar a medicação, e quando a procura numa gaveta, Vera entala-lhe a mão. Simão tenta sacar informações ao padre, que acaba por dizer que pode ter uma informação que o pode ajudar, mas nesse momento surge a enfermeira chefe e exige que Simão saia.

Simão não vê a enfermeira-chefe sair do quarto do padre, volta a entrar no quarto e encontra o padre agarrado ao pescoço a sufocar. Simão tenta ajudá-lo e o padre diz apenas que “ela não está louca” e morre, deixando Simão sem perceber a quem é que ele se referia.

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