Alexandra Lencastre faz considerações acerca do autor de “Destinos Cruzados”


TVI

Alexandra Lencastre está em fase terminal de gravações de “Destinos Cruzados” e sente que a novela não foi plenamente potenciada.

Para a atriz fica um sentimento de diferença entre peso de núcleos, que deveria ter estado mais esbatida. «Houve diferença entre núcleos», pois «uns tiveram mais brilho do que outros», considerou ao Diário de Notícias.

A protagonista de “Destinos Cruzados” afirma que os atores solicitaram várias vezes a António Barreira para serem mudados alguns aspetos da história, mas não foram atendidos. «O núcleo dos ricos, que é o mais sério, ficou muito pobre, sempre pedimos aos autores para lhes dar mais vida», refere.

Outra situação apontada é a do núcleo da moda. Para Alexandra Lencastre esta não foi explorada como devia, mas admite que poderá ter a ver com a necessidade que as pessoas têm de rir ao invés de terem temas demasiado sérios na novela da noite: «A personagem da moda nunca foi à moda, ninguém vai a um concerto no CCB. Mas também estamos numa época em que as pessoas precisam de rir».

A terminar, a diva da TVI critica ainda a forma de António Barreira conduziu a história, com extremos e sem meios-termos. Apesar de tudo, o autor conseguiu entreter: «Este autor funciona muito bem a entreter as pessoas e a levar o lado dramático ao extremo, nas mortes, nas explosões, nas loucuras. O meio-termo fica sempre muito engolido», terminou ao DN.

 

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