Atacado por muitos, Luís Esparteiro tem defensores na Plural


Diretor Plural

Luís Esparteiro, o novo diretor de Conteúdos de Ficção da Plural está a tentar implementar novas regras na produtora, que passam por responsabilizar os profissionais da casa para as suas obrigações, adianta a TV7 Dias.

As novas medidas estão a dividir águas. Há os que aprovam e os que não estão a gostar do novo método de trabalho.

À TV7 Dias, uma fonte mostrou-se indignada com algumas notícias que saíram na Imprensa (pode ler aqui), contrariando os boatos de que há «medo instalado»: «Sei que há pessoas que não estão contentes. Trata-se de algumas invejas e de algumas coisas que se passam aqui dentro. A questão dos horários por exemplo. Há pessoas que estavam habituadas a trabalhar com alguma acomodação. Agora, notam-se diferenças. Há atores que quando chegam atrasados vão perguntar se o Luís já chegou e pedem desculpas. Há uma maior pressão, uma maior responsabilidade da parte dos atores. O que se vem a notar essencialmente com os elencos é a exigência para que se cumpram os horários e que se saibam os textos».

O que está em causa, continua a mesma fonte, é «o profissionalismo dos atores. Tudo o que está a acontecer está a tornar as pessoas mais responsáveis, porque o trabalho delas reflete-se no seu futuro». Para alguns, as medidas que Esparteiro está a tomar são necessárias e comenta-se ainda que uma das medidas tomadas pelo diretor foi chamar algumas pessoas à atenção, nomeadamente no que toca a questões relacionadas com o cumprimento dos horários das gravações.

O profissionalismo na Plural tem de estar acima de todos os interesses: «Ele tem toda a autoridade para exigir que as pessoas cheguem a horas e saibam os textos porque já esteve do outro lado e sabe que isso se pode cumprir» e acrescenta que o novo diretor «é uma pessoa muito correta. Não gosta de grandes confusões e intrigas do diz que disse». Estas declaraçãos contrariam as da outra fação que se opõe a Luís Esparteiro.

Nathalie Garcia entrou, entretanto para a Plural como diretora geral e Daniel Arnanez é o novo diretor de Operações e Produção. «As alterações são mais a nível estrutural. O que eu venho a notar é que a TVI tem proprietários novos e o que se está a fazer é limpar a casa e tornar a Plural uma empresa a sério, com regras. E isto só prova que o Luís Esparteiro não tem nada a ver com as saídas que têm vindo a acontecer. Ele só responsabiliza as pessoas com textos e horários, e tem dado apoio à produção. Estou satisfeito e acho que as coisas até estão a funcionar melhor agora», adianta uma outra fonte ligada à produtora.

Luís Esparteiro tem uma longa carreira como ator. Em 1982 estreava-se na novela “Vila Faia”. “Palavras Cruzadas” (de 1986), “Cinzas” (de 1993), Na “Paz dos Anjos” e “Desencontros” (de 1994), “Primeiro Amor” (de 1995), “Roseira Brava” (de 1996) e “A Grande Aposta” (de 1997) são outros exemplos.

A série “Super Pai”, em 2000, deu-lhe muita popularidade que nunca tinha provado a esta escala e várias foram as produções que se seguiram, sempre na TVI, como “Dei-te Quase Tudo” (de 2005), “Tu e Eu” (de 2006), “Deixa-me Amar” (de 2007), “Feitiço de Amor” (de 2008), “Sentimentos” (de 2009), “Espírito Indomável” (de 2010) e “Louco Amor” (de 2012).

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