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Conheça as personagens de “Prisioneira” [com fotos]

Prisioneira

Prisioneira

“Prisioneira” é a nova grande aposta da TVI na ficção nacional.

Com um elenco de luxo, a nova novela de Maria João Mira promete conquistar os portugueses com os mesmos ingredientes que tornar “A Única Mulher” e “A Herdeira” em grandes sucessos.

“Prisioneira” conta a história de um médico muçulmano revolucionário, Omar Maluf, personagem interpretada por Carloto Cotta. Omar luta por um mundo mais justo e menos fraturado. Apaixona-se loucamente por uma portuguesa, Teresa Cunha (Joana Ribeiro), e resgata-a de uma vida pouco fértil de amor.

No entanto, este resgate torna-se num cativeiro que ninguém previra e num combate desigual pela guarda de uma criança. A intriga, que decorre entre Lisboa e um país do Magrebe, é protagonizada por um amor entre crenças e tradições diferentes, para sempre afetado por um atentado terrorista.

Conheça todas as personagens de “Prisioneira”:

Teresa Cunha (Joana Ribeiro)

Assistente de Bordo na Companhia de Aviação Luso Wings. É filha de Vítor e Lídia Loureiro e irmã mais velha de Glória.

Família disfuncional de um subúrbio de Lisboa. Lídia e Vítor passavam mais tempo preocupados em encontrar dinheiro para droga do que em cuidar das filhas.

Viviam de biscates, Vítor dedicou-se ao tráfico e arrombamentos e passava a vida dentro e fora da cadeia. Lídia resolveu mudar de vida e quis sair de casa levando as duas filhas mas Vítor não permitiu e ela levou apenas Teresa, deixando Glória para trás.

Algum tempo depois, Lídia casou com Júlio Cunha, um empresário com negócios no Norte de África, em Al Aradhi, onde Teresa começou a ir com frequência quando conseguiu emprego como assistente de bordo. Aí, ela conheceu Omar, um jovem médico muçulmano. Estava-se na Primavera Árabe e Omar era um ativista contra o regime autoritário que governava o país.

Os dois jovens tiveram um breve mas intenso romance que terminou naturalmente seguindo cada um a sua vida: Omar acabou o curso de Medicina e Teresa casou com Alexandre Gouveia, filho de uma família rica e influente.

O casamento revelou-se um desastre, pois Alexandre era irascível e violento. Há dois anos, Omar conseguiu uma bolsa de investigação em Lisboa e os dois apaixonados voltaram a encontrar-se, envolvendo-se num romance secreto e adúltero.

Quando a história começa, Alexandre morre num atentado terrorista, mas a sua intervenção salvou vidas. E Teresa tem de escolher entre ser a viúva de um herói nacional ou a amante de um muçulmano que está no radar da unidade da polícia judiciária especializada no combate ao terrorismo.

Teresa vê sempre o copo meio cheio e é apaixonada em tudo o que empreende. Teve uma infância conturbada, censura a mãe por tê-la feito passar a adolescência longe do pai. Sabe que só com esforço se alcança os objetivos.

O casamento com Alexandre abalou a sua confiança nos homens. Ambiciona ter a família que nunca teve. E nunca desistirá de tentar.

Omar Maluf (Carloto Cotta)

Árabe, muçulmano. Médico, nasceu no Norte de África, em Al Aradhi numa família de negociantes que tinha ligações a Portugal por já ter vivido em Moçambique.

Omar, que cursou medicina, conheceu Teresa durante um breve período, na Primavera Árabe. Os dois jovens apaixonaram-se, mas o romance foi interrompido com o regresso de Teresa a Portugal.

Omar prosseguiu a sua vida em Al Aradhi conseguindo, anos mais tarde, uma bolsa de investigação em Lisboa, facto que muito lhe agradou por dois motivos: em primeiro, o profissional; o segundo, pela possibilidade, de investigar o desaparecimento misterioso do seu irmão Khalef, em Portugal, seis anos antes.

Em Lisboa, reencontrou Teresa e os dois voltaram a envolver-se num romance agora secreto: Teresa é casada, e Omar é um homem de caráter e convicções fortes.

Apaixonado pela profissão, afetuoso e dedicado à família. É religioso e pratica os preceitos do Islão. É moderado e conciliador, condenando todo o tipo de radicalismo. Mas as circunstâncias poderão fazê-lo mudar.

Glória Loureiro (Kelly Bailey)

É a irmã mais nova de Teresa de quem tem poucas ou nenhumas memórias. Não percebe, nem aceita, que a mãe, de quem também pouco se lembra, a tenha deixado ao cuidado do pai.

Cedo teve de aprender a desenrascar-se para sobreviver. Mal tinha entrado na adolescência quando se envolveu com um gangue de pequenos delinquentes e acabou num Estabelecimento Correcional.

Andava a fazer serviço comunitário quando conheceu Fredy que estava na mesma situação. Os dois tornaram-se amigos e confidentes.

Com 16 anos, Glória saiu do Estabelecimento Correcional e voltou para casa, só para constatar que estava tudo como dantes. O pai, enterrado em esquemas ilegais, vendeu-a por uma noite a um árabe (Khalef Maluf) a quem devia dinheiro. Glória aceita passar a noite com o homem, mas no dia seguinte ambos tinham desaparecido.

Anos mais tarde, Glória e Fredy voltaram a encontrar-se. Este tinha-se instalado em casa do irmão, Sílvio. Montara uma oficina de transformação de motas com peças furtadas e fazia roubos por encomenda. Glória nunca mais teve contacto com a família. Desprezava a mãe e a irmã por a terem abandonado e o pai que a vendera.

Vive com Fredy e o irmão deste, até que um dia os restos mortais do homem a quem tinha sido vendida, que se chamava Khalef Maluf, aparecem.

Vítor, saído de fresco da cadeia, procura a filha, mostrando-lhe provas de que esta matara o árabe. Chantagea-a. O pesadelo, afinal, não tinha acabado. Mas, por trás da morte de Khalef, está uma conspiração em que Glória se verá envolvida.

Fredy Cruz (Lourenço Ortigão)

Nasceu em Lisboa, numa família de classe média-baixa disfuncional. O pai era embarcadiço. A mãe trabalhava em limpezas. Fredy cresceu entregue a si próprio e cedo teve de apreender a defender-se.

Ainda era adolescente quando se envolveu com um gangue de delinquentes. Foi apanhado e condenado a passar uns anos num Estabelecimento Correcional onde era suposto ser reabilitado, mas que serviu para o imergir mais ainda no submundo da delinquência.

Durante essa época, quando fazia trabalho comunitário, conheceu Glória que estava na mesma situação. Quando ambos saíram em liberdade e voltaram para as respetivas famílias, mantiveram o contacto. Mas quando Fredy voltou para casa, verificou que a mãe tinha um namorado que chocava de frente com ele.

Os conflitos agravaram-se e a mãe acabou por expulsar Fredy de casa. Ainda sem a escolaridade obrigatória cumprida, e sem perspetivas de trabalho, tudo voltou ao que era dantes.

Nessa altura, Glória foi vítima da ganância do seu pai, que a vendeu a um homem árabe. No dia seguinte, tanto Glória como o homem tinham desaparecido.

Glória tinha pedido ajuda a Fredy. Contou-lhe que tinha acordado ao lado do homem e que este estava morto. Estava aterrorizada.

Não queria voltar para a prisão e Fredy ajudou-a a desfazer-se do corpo. Passaram alguns anos separados. Fredy abancou em casa do irmão mais velho que era solteiro e trabalhava como bagageiro num aeroporto de Lisboa. Recentemente, Fredy e Glória voltarem a encontrar-se.

Sempre como amigos mas na verdade apaixonados. Um dia, os restos mortais do homem árabe são encontrados e abre-se uma investigação policial.

Como se isso não bastasse, o pai de Glória, saído recentemente na cadeia, procura-a, afirmando ter prova de que ela matou o árabe e chantageando-a.

Pressionados para arranjarem com urgência uma grande quantidade de dinheiro, Fredy e Glória planeiam uma golpada que terá consequências imprevisíveis e devastadoras.

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