“Doida Por Ti”: Marta Andrino não quer que ‘Eduarda’ mude de visual

Depois de se estrear em “Aqui Não Há Quem Viva” onde contracenou com Nicolau Breyner e Maria João Abreu, Marta Andrino rumou à TVI onde se manteve até hoje. “Casos da Vida”, “A Outra”, “Espírito Indomável” ou “Morangos com Açúcar” foram algumas das apostas da estação das quais fez parte. Agora o novo desafio chama-se Eduarda de “Doida Por Ti, a novela de Maria João Mira.

À TV7 Dias a atriz contou que este novo trabalho é desafiante. «Acho que o desafio de construir esta Eduarda foi muito maior. O que mais me fascinou, em termos de trabalho, foi o contraste que tive, de passar da Verónica de “Morangos com Açúcar” para a Eduarda de “Doida Por Ti”. Isso sim, foi o meu maior desafio ter de me deslocar dos pequenos gestos que tinha na personagem anterior», contou.

Com um visual que faz esconder toda a beleza e livre de qualquer feminilidade, a personagem lembra Betty Feia, protagonista da série com o mesmo nome, inspirada na novela sul americana “Yo Soy Betty, La Fea”. Marta não foge às semelhanças e diz à mesma revista que que «a Eduarda” é o patinho feio da novela».

Todas as personagens que transformam atrizes em mulheres pouco atraentes acabam por sofrer uma transformação ao longo da história e a partir de certa altura mostram toda a sua sensualidade. Em “Doida Por Ti”, para já, esse não é o caminho e a atriz concorda. «Para já não, e eu espero que isso não aconteça. Nem todos os patinhos feios um dia se tornam bonitos, eles acabam por se tornar bonitos à sua maneira. Mas eu quero acreditar que a Eduarda não vai precisar disso», confessou.

Filha da atriz Carla Andrino, Marta teve de compor uma personagem assumindo uma relação difícil com a sua mãe em cena, interpretada, na história, por Filomena Gonçalves. A preparação, conta, começou «do zero, partindo daquilo que estava escrito para a Eduarda. Na verdade, não pude de todo agarrar-me a nada de real, mas o texto está muito bem escrito. Aliás, estamos todos muito contentes com os textos, o que nos ajuda a criar emoções reais. As coisas funcionam bem, sem termos que recorrer a muitas filosofias»

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