“Golpe de Sorte”: Resumo dos próximos episódios

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5º Episódio (27 de maio a 2 de junho)

Alvoroço em Alvorinha! A recém-chegada Sílvia, agora em modo Miriam, veio revolucionar o palacete. Educada, bajuladora e cínica, caiu nas graças de quase toda a família, que não podia estar mais satisfeita com a classe da personal coatch – ou cótche, no dizer dos Garcia.

Miriam revolucionou toda a estética de Céu – cabelos, unhas e roupas –, que agora vai querer mostrar-se elegante a todos os que lhe fizeram mal. Porém, quando no quarto da euromilionária vários trapos velhos são deitados fora, Sílvia vê uma caixa misteriosa no armário perante a evidente ansiedade de Céu em afastar o interesse da personal coach. O que estará dentro da caixa que motive tanto nervosismo?

Nervosa também anda Madre Rosário com a visita de Leonor à Instituição. Quando recebe Caio, Madre conta-lhe que Leonor anda a fazer perguntas sobre ele. Num primeiro momento, o vilão não relaciona logo o nome com a pessoa, mas não demora muito a perceber que Leonor Craveiro é filha de Fernando Craveiro, uma vítima mortal da dupla de burlões. Com um amor doentio por Caio, e a pedido deste, Madre Rosário fará algo muito pouco católico…

E, por falar em católico, o Padre Aníbal continua a sua saga de abrir mentalidades, promovendo, na coletividade, uma acção de sensibilização sobre planeamento familiar. Tudo poderia ter corrido muito bem não fossem existir em Alvorinha as três pastorinhas, que obviamente não acham graça nenhuma a estas modernices e tentam minar a boa vontade do Padre.

Se Preciosa e Cremilde vivessem no palacete, também não achariam piada ao que Telma comprou para a casa-de-banho: uma reprodução, em tamanho real, do “David”, de Miguel Ângelo. Que o diga Lúcia, que, quando viu o mamarracho, soltou um grito que se ouviu no Murteiral e pediu ao marido Natário que tapasse as vergonhas à estátua. De qualquer forma, e apesar destes acidentes de percurso, o caminho dos Garcia no palacete segue a bom ritmo. Céu, virada para o quadro do velho Artur, promete-lhe que os Garcia serão muito felizes ali, na sua querida casa.

Feliz anda também Teresa, com a esperança de reganhar a visão. Faltam poucos dias para a cirurgia e ela vai-se lembrando e falando com Carlos e Padre Aníbal sobre dias passados em que fizeram festas lá em casa. A memória dela a imaginar os dias em que podia ver fá-la ter esperança no futuro.

De esperanças está Jéssica. Esperanças de que esteja de esperanças, o que cria verdadeiras confusões com Bruno, que continua a ser metido numa roldana de equívocos. Afinal, Jéssica espera um filho de Bruno ou tudo não passa de fogo de vista?

Na ânsia de encontrar os burlões, Leonor anda a brincar com o fogo. Visita a sua mãe Eugénia e confessa-lhe que está muito próxima de apanhar Caio e Sílvia. Eugénia, muito debilitada e quase sem dizer nada, consegue ganhar forças para avisar Leonor e lançar uma premonição: “vem aí coisa má”.

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