“Mar Salgado”: Resumo de 29 de junho a 5 de julho

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A SIC já disponibilizou o resumo da novela “Mar Salgado” da semana de 29 de junho a 5 de julho.

277º Episódio 

Destaque: Apesar de Amélia tentar assumir a morte do pai na sala de audiências, o juiz acaba por não considerar o seu depoimento e condena Antónia a 8 anos de prisão efectiva pelo homicídio simples de Frederico. Todos ficam chocados com o veredicto.

Patrícia surpreende Gonçalo dentro do seu quarto e questiona a sua presença. Ele mantém o sangue frio, justificando que foi ali à procura de provas de que ela roubou o pai dele mas mente ao dizer que nada encontrou. Patrícia ameaça chamar a segurança do hotel e Gonçalo vai embora. Ela verifica rapidamente se falta algum dos documentos que a pode incriminar mas encontra tudo como tinha deixado. Apesar disso, desconfia de que Teresa a traiu e facilitou o acesso do seu quarto a Gonçalo. Por isso, confronta a recepcionista que lhe mente, garantindo nada saber e assegurando-lhe que pode confiar nela.

Júlia confessa a Leonor que contou a Gonçalo que ela foi agredida pela mãe de um dos rapazes que acha poder ser seu filho. Ainda a digerir o assunto, Leonor confronta-se com Carlota, que lhe mostra as t-shirts que Tiago mandou imprimir com os desenhos que desenhou das meias-caras de Carlota e do seu irmão gémeo. Leonor zanga-se com a filha, censurando-a por não se conseguir alhear da busca que estão a fazer para encontrarem o rapaz e por se estar a expor novamente. Com firmeza, exige-lhe que retirem as camisolas de circulação. Tiago balbucia que tinha a melhor intenção para ajudar e Carlota fica desiludida com a mãe, apesar de saber que pode voltar a morar com ela.

Amélia fica irritada quando Martim lhe conta que decidiu permitir que Carlota voltasse para casa de Leonor e rapidamente entra numa fase de depressão, reconhecendo que está a perder toda a gente que é importante para si, culpando-se disso porque acha que é fraca e cobarde. Gonçalo aparece nesse instante e não poupa a irmã, corroborando o que ela disse. Amélia chama-lhe monstro e o irmão acusa-a e a Martim de se terem disposto a fazê-lo pagar por ela, pela morte do pai, quando sabiam que ele não era culpado. Antónia aparece acompanhada por André e antes de sair para o tribunal onde vai der julgada pela morte do marido, tem uma despedida emocionada dos filhos.

Sebastião está de saída para o tribunal para prestar o seu apoio a Antónia. Madalena incentiva-o a estar perto da irmã e do resto da família, sem contudo esconder a mágoa que sente pelo facto de o pai não aceitar ainda a relação que ela tem como o escritor. Sebastião tranquiliza Madalena e sugere-lhe que continue a ir a casa dos pais sempre que queira, mas sem ele.

Laurinda fica furiosa e desiludida com Henrique, quando ele inventa uma desculpa para não lhe dar boleia até ao supermercado, por estar ainda ressentido com ela, que lhe escondeu ter convidado Sebastião para ir com Madalena jantar lá em casa. Filipe, Sara e Mateus unem-se para tentar que eles se reconciliem.

Daniel combate a timidez de Júlia e consegue que ela aceite o convite para tomarem um café. Nuno mete-se com Eva, porque ela cometeu a proeza de não o multar depois de mais uma inspecção ao centro de mergulho. A agente ainda aguenta as primeiras piadas mas acaba por ficar furiosa quando Nuno diz estar feliz com o facto de ela estar a sair com o seu amigo Magalhães e de Daniel perguntar quem ele é.

Idalina e Rute envolvem-se numa discussão violenta na fábrica por causa de Messias e são castigadas por Beatriz com um processo disciplinar. Rute percebe que tem de novo o emprego em perigo e vai pedir a Gonçalo que interceda a seu favor. O patrão, sem paciência nem tempo para a ouvir, diz-lhe que pode ficar descansada, que ninguém a vai despedir.

Tina comunica a Joni que não quer continuar a dividir com ele a presidência da associação recreativa do bairro, deixando-o desiludido. Vitória entra na Lataria e depois de confirmar que Mateus introduziu novas tecnologias no bar sem a sua autorização, manda-o devolver os equipamentos e decreta que nunca mais o quer ver no bar.

Rute vai à prisão fazer uma visita a Marafona e exerce a sua chantagem. Depois de dar a ouvir ao traficante a gravação que fez com Leonel, em que este admite arranjar-lhe drogas para consumo, força-o a dizer no julgamento, que Messias nada teve a ver com o tráfico de droga e que apenas foi usado para o transporte sem saber o que estava a fazer. Marafona percebe que se não colaborar o filho far-lhe-á companhia na prisão e aceita as condições de Rute.

Messias, sabendo que Pedro está de saída para ir estudar em casa de Hugo, pede ao irmão que entregue a Rute uma pulseira de corda que fez para ela, igual a uma outra que fez para si. Pedr4o percebe que Messias continua apaixonado por Rute e garante-lhe que só não conta aos pais para não ter de ouvir a mãe. Nem de propósito, Idalina entra em casa nesse momento e não esconde o nervosismo que lhe causou a discussão com Rute na fábrica. Messias fica preocupado com a mãe e ela fica agastada com o facto de João não estar em casa, quando mais precisa dele.

João acompanha Leonor a casa de mais uma mãe cujo filho pode ser o seu. Só não é agredida pela segunda vez porque está acompanhada pelo mestre, que é muito estimado pelas famílias do bairro. Leonor conclui por fim, que não pode continuar à procura do filho porta-a-porta.

André telefona a Beatriz e fica irritado e magoado por saber que ela acaba de chegar ao hotel sem se ter dignado a avisá-lo que já estava não estava em Aveiro. A namorada trata de o despachar mas, depois de desligar a chamada e entrar no quarto, fica emocionada com a quantidade de flores que encontra e com a mensagem que André lhe deixou.

Amélia tem um ataque de pânico em tribunal e grita que foi ela quem matou o pai, na noite da festa das Conservas do Sado. Antónia convence o juiz que a filha padece de um problema psiquiátrico, mantendo o seu depoimento e o magistrado dispensa Amélia como testemunha.

Patrícia leva Kika a casa de Cremilde para que a filha possa fazer os trabalhos com Hugo e Pedro, tal como tinha combinado. Cremilde aproveita para dar mais um duro sermão a Patrícia, por ela não ter dito que ia viajar com André e pelo facto de Gonçalo ter sabido que ela engravidou do sogro, pai dele, abortando assim que soube que estava grávida. Cremilde trata Patrícia com grande desprezo e avisa-a de que Gonçalo vai persegui-la até encontrar o dinheiro que ela roubou ao pai dele.

Gonçalo encosta o Dr. Pinto à parede e, depois de lhe contar que possui as provas de que Patrícia roubou Frederico com a sua ajuda, oferece ao advogado do pai metade do que ele conseguir recuperar a Patrícia. Pinto fica interessado no negócio.

Beatriz vai ter com André tribunal, ainda a tempo de lhe pedir desculpa pela forma ciumenta com que o tratou, agradecendo as flores com que lhe inundou o quarto.

Na sala de audiências, o juiz decreta que, não havendo mais nada a acrescentar ao que foi produzido na audiência e sendo os depoimentos consistentes, Antónia é condenada a 8 anos de prisão efectiva pelo homicídio simples de Frederico, para choque da família. 

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