“Onde Está Elisa?”: Resumo dos próximos episódios

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Episódio 17 (8 a 14 de outubro)

No gabinete dos inspetores, Raquel entra enquanto Júlio preenche um relatório no computador. Raquel pergunta onde está Carlos, Júlio diz que foi dar seguimento a um inquérito. Ela pergunta-lhe se tem a ver com Elisa. Júlio diz que não, mas tem a ver com Carlos. Raquel olha para Júlio, sem perceber.

Na casa de Strip, Carlos fala com Yuri e pergunta em que negócios Vânia anda metida para ser assassinada. Yuri diz que nenhum. Carlos insiste. Yuri diz que conta com uma condição, quando encontrar quem fez aquilo à mulher, quer 5 minutos a sós com essa pessoa. Carlos diz que se for preciso fecha o estabelecimento e, vai procurar em todos os registos alguma falha. Yuri começa a contar que tem ido um homem regularmente e que pensava estar com Carlos por ter pinta de ser da polícia. Carlos quer saber mais, Yuri prepara-se para contar.

Nas casas dos Frazão e dos Pires, recebem o convite de Bruno para almoçarem lá em casa no sábado. Sebastião, Gonçalo e Matilde recusam-se a ir, mas os pais dizem que é uma excelente oportunidade para todos se reconciliarem.

No restaurante, Carlos está ao balcão a beber um whiskey, Júlio entra e Carlos pergunta-lhe se tem ido ao bar de strip de Petrovich. Júlio diz que sim, que foi devido àquela suspeita do tráfico, que falou com os proprietários. Carlos pergunta-lhe porque nunca lhe contou nada e porquê que alguém havia de matá-la. Júlio diz que não encontrou nada de suspeito e quanto a motivos pode ter sido um ex-namorado, alguém que a viu a falar com ele e achou que fosse uma ponta-solta. Carlos diz a Júlio para pagar a bebida e vai-se embora.

Na casa dos Pires fala-se dos novos desenvolvimentos da investigação de Elisa. Gonçalo diz que que a prima fugiu, já Matilde diz que é positivo, quer dizer que estão mais perto. Na dos Frazão, Olívia e Inácio contam a novidade da pista de Elisa a Sebastião, questionando se ela teria amigos de lá. Sebastião diz que talvez ainda pensam que ele tem lá uma casa com drogas e ela anda lá a prostituir-se. Inácio e Olívia pedem para que não seja cansativo. Sebastião pergunta se as buscas já iniciaram. Olívia afirma que iniciaram nesse mesmo dia e que vão continuar a procurar.

Francisca sonha que está a conduzir em Colares e Elisa chama-a, ela trava o carro e vai ao encontro da filha, esta permanece imóvel. Francisca acorda sobressaltada no quarto, Rui acorda e abraça-a. Francisca diz que tem a certeza que Elisa está naquele sítio. Rui olha-a, preocupado.

Carlos, Raquel e outros inspetores estão em Colares. Carlos segura num mapa e aponta, dizendo que a testemunha disse que viu Elisa naquele local. Raquel diz que a GNR não encontrou nenhuma informação, que ninguém viu alguém com as características de Elisa, assim como, movimentações estranhas no local. Carlos diz que vão procurar todas as vezes que forem necessárias. Carlos e Raquel vão para o carro.

No Loft de Alexandra, Olívia acompanha-a e bebem um café. Alexandra diz-lhe que esses encontros terão que terminar porque está farta de não poder assumir estar com Olívia. Olívia diz-lhe que isso é impossível, que não pode fazer isso. Alexandra diz-lhe que vai falar com Inácio nesse mesmo dia e contar-lhe que é lésbica. Olívia diz que Inácio vai desconfiar delas as duas. Alexandra diz que ele não vai desconfiar, porque se não todos os amigos a quem ela contou que era lésbica, eles iriam desconfiar que andava com as mulheres deles. Alexandra pergunta-lhe se quer ser feliz e Olívia diz que quer. Olívia pergunta se o relacionamento delas está terminado. Alexandra diz que foi ela que decidiu e perguntou se vai com ela.

Na Fundação, Constança pergunta a Joana se viu a irmã dela, ela diz que não. Zé Pedro pergunta se ela precisa de ajuda, é só pedir. Constança diz que é bom saber que ele está com falta de trabalho. Rui chega e deseja um bom dia a todos. Constança pergunta-lhe se já há novidades, Rui nega e pede para falar com Zé Pedro.

Na redação, Ana chega e Mário conta-lhe entusiasmado que têm mais anunciantes. Ana não se mostra interessada e diz-lhe que a sua fonte da investigação de Elisa nunca mais lhe disse nada, sempre lhe foi fiel, desconfia que a vigilância deve estar mais apertada.

No atelier, Alexandra lembra Inácio que queria contar-lhe algo mas acabou por não acontecer, diz que ele e Olívia merecem saber. Inácio pergunta se ela está grávida. Alexandra diz que isso é impossível. Inácio pensa que ela tem uma doença, até que lhe diz que não tem nenhuma doença, que é lésbica. Inácio fica surpreendido.

Na Fundação, Olívia chega a correr e deseja os bons dias a Joana, esta informa-a que Constança andava à sua procura sobre a inauguração, que foram convidados jornalistas, o que não era suposto. Olívia apressa-se para o gabinete da irmã para falar com ela. No gabinete de Rui, este diz a Zé Pedro que a história entre ele e Joana terminou, que o inspetor Carlos descobriu tudo. Rui diz-lhe ainda que todos os movimentos estão a ser vigiados, Zé Pedro pergunta-lhe se os dele também. Rui afirma que sim e pergunta-lhe se há alguma coisa que deva saber. Zé Pedro diz que não. Rui diz-lhe para manter as calças vestidas, que é para ninguém os entalar. Zé Pedro diz-lhe que é sempre discreto, Rui diz que confia nele. Zé Pedro sorri, nervoso. No gabinete de Constança, esta dá um sermão a Olívia sobre ter convidado os jornalistas, pois eles não irão parar de fazer questões sobre Elisa. Olívia explica que foi um lapso, que eles estão na mesma lista dos outros convidados. Constança diz que toda esta situação com a Elisa está a deixar todos tensos, mas que a irmã anda a chegar atrasada muitas vezes e anda distraída. Pergunta-lhe se se passa alguma coisa, ela diz que não, apenas a situação com Sebastião. Falam sobre o desaparecimento de Elisa, Olívia está otimista, já Constança está realista. Olívia diz que vai tratar dos convites e sai. No gabinete de Rui, este e Zé Pedro continuam a conversar sobre Elisa, questionam-se sobre um presumível namorado ou alguém com quem ela andasse a sair. Rui liga pelo intercomunicador a Joana e pede a morada do dono do café Caligari, Manuel Rocha.

Em Colares, Raquel conversa com um habitante, perguntando-lhe se não observou movimentos estranhos nos últimos tempos à noite. Carlos recebe uma chamada e afasta-se de Raquel, é Francisca. Esta pergunta-lhe se analisou o caderno, ele diz que ainda estão a analisar. Em seguida, Francisca pergunta-lhe se pode passar por casa dela mais tarde, este questiona-lhe se tem mais alguma coisa. Francisca diz que lhe queria pedir desculpas pessoalmente pela sua atitude terrível à frente da colega de Carlos, que ela a deixou nervosa. Carlos diz-lhe que a inspetora estava apenas a fazer o seu trabalho. Quando Francisca vai falar, Raquel aproxima-se de Carlos e este diz a Francisca que tem que ir.

Inácio e Bruno almoçam no restaurante, Bruno diz que foi uma estupidez a conversa que tiveram e não percebe como pode desconfiar da mulher. Inácio revela-lhe que Alexandra é lésbica. Bruno fica admirado com o que ouve.

No café Caligari, Rui chega e pergunta a Manuel se esteve alguém de Colares na noite de poesia. Este diz-lhe que quando as pessoas se inscrevem não precisam de dizer onde são. Rui pergunta-lhe se tem uma lista, Manuel afirma que sim, este diz-lhe para procurar os nomes no facebook e descobrir se alguém é de Colares. Manuel pede a Sandra que sirva um café a Rui. Ao abrir o computador, escondendo de imediato a página que escrevia com o título “Desaparecida” e abre o Facebook. Rui aguarda.

Júlio interroga Yuri na casa de Strip, diz-lhe que o quer interrogar sobre o tráfico de mulheres e diz-lhe que Vânia andava metida com a máfia russa. Júlio questiona-lhe se terá sido o próprio marido que mandou matar a mulher. Yuri diz que não, que é impossível, que ama a mulher. Júlio pergunta-lhe se alguém tinha alguma coisa contra ele e a mulher, alguém que os tenha ameaçado. Yuri faz um esforço para pensar e lembra-se do inspetor Carlos. Júlio diz-lhe que vai fazer de conta que não ouviu isso. Júlio vira costas a Yuri e afasta-se, sorridente, enquanto Yuri se deixa cair numa cadeira, em choque.

No café Caligari, Manuel encontra um rapaz de Amadora, que é o mais perto de Colares que descobriu. Rui vê Ana a chegar, paga o café e vai-se embora. Ana pergunta-lhe o que Rui ali estava a dizer. Manuel explica que Rui queria saber se alguém de Colares foi à sessão de poesia erótica. Ana questiona e fica pensativa.

Carlos e Raquel estão no carro a conduzir por Colares. Raquel diz que já passaram as casas à beira-rio, Carlos refere que quer ir a uma no final da estrada, o guarda-florestal contou-lhe que os donos já não vão a essa casa há muito tempo. Chegam à tal casa, reparam que as janelas estão com madeiras, Carlos grita que está ali a Judiciária. Carlos faz sinal a Raquel, esta arromba a porta com um pontapé. Os inspetores entram e procedem à verificação da casa. Há uma cadeira caída no chão e Carlos repara num candeeiro partido e uma porta entreaberta. Entram num quarto, Carlos retira um objeto de baixo da cama, é uma carteira, abre-a e retira o cartão de cidadão e os seus olhos abrem-se de espanto, é de Elisa. Elisa esteve naquela casa.

Na casa dos Frazão, Inácio entra na sala enquanto Olívia está a trabalhar no computador. Este conta-lhe em choque que Alexandra é lésbica e fica surpreendido por a mulher não estar em choque. Questionando-lhe se na noite em que foram ter uma conversa de mulheres a Alexandra não lhe contou nada. Olívia pensa no que o marido lhe diz e afirma que Alexandra lhe tinha contado, mas que não lhe disse nada porque era uma decisão de Alexandra contar a Inácio que é lésbica. Sebastião entra na sala sem que os pais se apercebam e ouve o fim da conversa, perguntando quem é que é lésbica. Olívia e Inácio olham para ele, um pouco atrapalhados.

Na casa de Colares, outros dois inspetores estão a acompanhar Raquel e Carlos, revistam a casa. Existe restos de hambúrgueres e batatas fritas, assim como louça por lavar.  Raquel afirma que alguém saiu a correr ou houve luta. Carlos repara que há uma fatura de há dois dias, afirma ainda que os copos devem ter vestígios de ADN, assim saberão se Elisa estava viva. Raquel observa que há comida para, pelo menos, duas pessoas e guarda as beatas dos cigarros num saco de plástico. Carlos agacha-se e vê uma pegada de terra, esbatida. São grandes demais para uma jovem.

Já é sábado, Rui está vestido pronto para sair. Francisca está com enxaquecas e diz a Rui que não vai ao almoço à casa de Bruno. Rui diz que se ela não vai, então ninguém vai. Francisca levanta-se chateada para começar a arranjar-se quando Patrícia e Carolina entram no quarto, elas dizem que querem ver os primos. Francisca propõe irem com o pai, assim ela podia descansar mais um pouco. Rui não quer acreditar no golpe que a mulher lhe fez. As filhas e Rui abandonam o quarto.

No café Caligari, Manuel está ao computador, Ana entra e questiona-lhe o que Rui foi falar com ele. Manuel diz-lhe que já lhe tinha dito e que não, não havia ninguém de Colares na noite de poesia erótica. Manuel pergunta o porquê de ela estar a insistir tanto. Ana explica que a GNR e a PJ viraram Colares do avesso. Ana queixa-se que o seu informador da PJ nunca mais lhe disse nada, ela está completamente às escuras sobre o caso de Elisa.

Na casa dos Pires, Zé Pedro chega com o vinho Belmonte, é o primeiro a chegar. Bruno ao ler o rótulo diz que é o vinho favorito de Constança e conta que Zé Pedro conhece bem os gostos da mulher dele. Zé Pedro e Constança estão tensos e assustados, Bruno diz que o álcool é a salvação do casamento, assim como, conhecer os gostos da mulher e o que anda a tramar. Rui toca a campainha, chega juntamente com as miúdas.

Na casa dos Menezes, Sofia vai ao quarto de Francisca e pergunta como esta se está a sentir. Francisca admite que ainda tem a cabeça a rebentar. Sofia diz-lhe que é melhor sugerir ao inspetor que volte noutra altura. Francisca pergunta-lhe de imediato se ele está lá em baixo, Sofia afirma que sim e que ele tem alguma coisa para lhe devolver. Francisca pede a Sofia que o avise que ela já vai descer.

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