“Onde Está Elisa?”: Resumo dos próximos episódios

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Episódio 15 (1 a 7 de outubro)

Na Fundação, Joana está muito nervosa com o confronto com Francisca. Ela não para de lhe fazer questões sobre como encontrou Elisa, como é que ela lhe pediu o atestado e como é que lhe arranjou um atestado de uma semana. Francisca explode e diz que Joana tem que saber de alguma coisa porque não acha aquilo normal. Constança ao sair do seu gabinete, vê o que está a acontecer e abraça Francisca, pois esta está a chorar e pergunta à Joana o que se passou. Joana fica sem saber o que responder.

No atelier, Bruno repara que Inácio não está no atelier, Alexandra diz que ele disse que ia chegar atrasado, o inspetor queria rever uns dados. Bruno diz que está farto do inspetor e que não para de chatear toda a gente e espera que o Inácio não passe lá a manhã.

Inácio está na PJ, Carlos pergunta-lhe a que horas é que ele se deitou na noite do desaparecimento e se ainda estavam todos na sala. Inácio diz que se deitou por volta das duas e meia da manhã e que Zé Pedro saiu de casa na mesma altura que a Francisca e a Constança quando foram buscar os miúdos uma vez que Rui tinha bebido demais, por isso não podia conduzir.

Carlos pergunta-lhe se a mulher de Inácio saiu naquela noite. Inácio diz que não. Carlos diz que sabe que Sebastião e Elisa discutirem e pode ter havido um acidente. Inácio diz que não foi isso que aconteceu. Carlos pergunta se Olívia seria capaz de encobrir o filho e de ajudá-lo a esconder provas. Inácio ameaça o inspetor, dizendo que já está a abusar e que não tem provas contra Sebastião. Levanta-se e sai, furioso. Carlos limita-se a observá-lo a sair, imperturbável.

No corredor, Inácio diz a Olívia que desconfiam deles e que o inspetor acha que ela ajudou o Sebastião a ocultar provas. Olívia diz, irritada, que o inspetor já anda a passar dos limites. Inácio diz que a teoria deles é que algum dos miúdos fez mal a Elisa, e que um adulto está a tentar proteger o culpado. O inspetor Carlos aparece e pede para falar com Olívia, que já está irritada, diz que é ela que quer falar com ele.

Na Fundação, Constança oferece um copo com água a Francisca, esta está envergonhada e diz que já nem se consegue controlar. Constança diz que só lhe apetece esganar Joana. Rui entra preocupado, pergunta o que é que aconteceu. Francisca diz que se descontrolou um pouco, mas que já passou. Rui disse-lhe que tinha ficado combinado ser ele a falar com Joana. Constança diz que Joana tem-se enganado muitas vezes nos últimos dois anos. Francisca pergunta ao que é que se refere.

Constança diz que está a falar das incompetências da Joana e que neste momento já têm mais do que motivos suficientes para a despedir. Rui diz que essa é uma decisão que cabe a ele. Francisca diz que não faz sentido Elisa ter faltado às aulas e a Joana ter-lhe arranjado um atestado, Francisca ainda afirma que está ali qualquer coisa escondida e que ela ainda vai descobrir o que é. Constança olha para Rui, com intuito de ver a sua reação, ele tenta disfarçar a sua preocupação quanto a esse assunto.

Na PJ, Olívia está de pé e Carlos sentado, calmo. Olívia diz-lhe que esta perseguição feita à sua família tem que terminar, que não são nenhuns criminosos. Carlos diz que quer chegar à mesma conclusão.

Olívia pergunta a Carlos como pensa chegar a essa conclusão, através da suspeita que são todos criminosos. Carlos pede para que se acalme, porque se não, não vale a pena estarem a ter essa conversa. Olívia diz que nem ela nem o filho são culpados e diz-lhe para encontrar a sua sobrinha, que é para isso que lhe pagam. Olívia sai e Carlos ficou curioso pela atitude dela.

Já à tarde na fundação, Rui está a arrumar as suas coisas para sair, quando Joana entra e fecha a porta atrás de si. Rui olha para ela, em silêncio. Joana diz que precisa de falar com ele, diz que é melhor demitir-se por ter cometido aquele erro grave. Rui recusa a sua demissão, diz-lhe que é melhor não complicar o que já complicado e que se ela saísse agora, o que é que as pessoas podiam pensar. Despede-se dela, mas Joana aproxima-se como quisesse beijá-lo. Rui impede-a com um gesto.

Na PJ, Raquel e Carlos entram no gabinete de inspetores, onde Carlos está a trabalhar. Raquel anuncia-lhe que Francisca quer falar com ele, esta pergunta se lhe pode receber, Raquel em tom sarcástico afirma que sim. Carlos olha criticamente para Raquel.

Francisca pede opinião ao inspetor em relação a ir ao café Caligari, ao sarau de poesia erótica.  Carlos diz que pensou passar por lá, mas que é melhor Francisca não ter as esperanças elevadas em relação a encontrar algum amigo ou amiga de Elisa. Francisca diz que pode-se encontrar alguma pista. Carlos parabeniza-a e diz que já está a ficar quase inspetora. Francisca pergunta ao inspetor se podem ir juntos.

Carlos diz achar não ser uma boa ideia. Francisca pergunta porque não e trata o inspetor pelo nome próprio, rapidamente emenda-se. Carlos fita-a sério. Francisca mantém o olhar.

No café Caligari, Manuel está a preparar o palco, quando Joana entra de rompante com o jornal na mão, pergunta a Manuel se aquilo é verdade, sobre as leituras de Elisa sobre poesia erótica.

Manuel diz que já foi violentado o suficiente por palavras por parte da PJ. Afirma que ela esteve ali, mas não sabe se estava com alguém. Antes de Joana ir-se embora, Manuel convida a ir à noite ao sarau de poesia erótica para descomprimir. Joana diz que tem outras formas de descomprimir. Joana vira costas e sai deixando Manuel, como sempre, frustrado.

Na Fundação, Constança está no seu gabinete e Zé Pedro, confirma se ela está sozinha. Zé Pedro pergunta o que é que ela queria na noite anterior, que ligou e voltou a desligar. Constança diz que não lhe ligou, ele diz-lhe que foi por volta das nove. Constança diz que devia estar a tomar banho.

Zé Pedro diz que não ligou de volta porque pensou que o Bruno a tivesse interrompido. Constança diz-lhe que alguém lhe ligou do seu telefone e não foi ela. Entreolham-se, tensos.

No atelier, Bruno pergunta a Inácio se estão bem em relação à conversa que tiveram sobre Alexandra, que estava receoso que Inácio tivesse ficado ofendido. Inácio diz que ele e Alexandra são amigos de longa data. Bruno questiona-lhe se as suas mulheres pensam da mesma forma como eles pensam. Inácio não percebe a pergunta.

Bruno explica, que para eles homens, podem ter todos os casos que quiserem que nada lhes afeta e quando chegam a casa está tudo normal, Bruno questiona, e se as mulheres pensarem da mesma forma. Inácio fica curioso e senta-se.

No Loft de Alexandra, Olívia contempla o quadro com o seu próprio nu que Alexandra pintou. Olívia diz que parece feliz, Alexandra afirma que gosta de a fazer feliz e começa a beijá-la.

Olívia recusa, diz que tem que ir para casa, Alexandra diz que vai ser bom para descontrair. Olívia recusa e explica que tem que ir falar com Inácio sobre Sebastião e por a PJ desconfiar deles porque acham que eles andam a encobrir o filho. Alexandra diz que é uma estupidez e pergunta se ela acha que o filho tenha feito algo a Elisa. Olívia desvia o olhar, preocupada, diz que já não sabe de nada.

De volta ao atelier, Bruno e Inácio acreditam na sua ideia intuitiva masculina. Ambos comentam, que as suas mulheres chegaram tarde a casa, Olívia que foi ter com Alexandra e Constança teve uma reunião à noite.

Dizem que as mulheres de certeza não devem ter amantes, eles são quem as aturam e, geralmente, as mulheres são mais certinhas, além disso, os homens sabem intuitivamente se elas estão com outras pessoas. Inácio e Bruno saem sorridentes, já muito mais aliviados com a sua convicção masculina.

No café Caligari, na noite de poesia erótica, o bar está cheio. Uma rapariga está a ler o seu poema, Carlos e Francisco ficam horrorizados com o mesmo e observam as pessoas. Manuel está nervoso, por trás do balcão, por ver Carlos e Francisca. Ana também lá está. Os presentes notam e comentam a presença de Francisca, muitos tiram fotografias com os telemóveis.

Na casa dos Menezes, Rui pergunta a Sofia sobre Francisca. Sofia diz-lhe que Francisca foi ter com uma amiga. Rui diz que a mulher lhe está a mentir, que sabe perfeitamente que ela não foi ter com uma amiga. Sofia chama-o à atenção, as filhas estão ali a assistir. Patrícia pergunta-lhe porquê que o pai disse que a mãe lhe estava a mentir. Rui diz que as filhas perceberam mal. Patrícia diz que sabe o que ouviu. Sofia encaminha as meninas para o quarto.

Na casa dos Pires, Bruno, Constança, Matilde e Gonçalo terminaram de jantar. Constança pergunta aos filhos se sabiam que Elisa tinha estado doente. Gonçalo diz que ligou e que a prima disse que estava doente, mas não sabe, está nervoso e inquieto. Constança desconfia do filho e pergunta-lhe se não lhe está a mentir. Bruno diz para parar com o interrogatório e manda os filhos para os quartos. Bruno diz para a mulher parar de desconfiar do filho. Constança diz que não está a desconfiar, mas acha que ele está a esconder algo.

Na PJ, Júlio está sozinho no seu gabinete a verificar algo no computador, acabando por o desligar. Levanta-se, coloca o coldre com a sua pistola e veste o casaco. Vai até à porta, espreita e não vê ninguém. Vai até ao armário, abre uma gaveta fechada à chave, de onde retira uma arma e um silenciador, colocando-os no bolso do casaco, no lado oposto da sua arma de serviço. Fecha a gaveta e sai.

Na casa dos Pires, Gonçalo está a ler no jornal, a notícia da poesia erótica do café de Manuel. Fica pensativo, levanta-se, pega no casaco e sai decidido. Gonçalo passa pelos pais, que estão na sala, e diz que já volta. Constança e Bruno perguntam onde é que ele vai. Gonçalo diz que vai a um café, os pais não o autorizam, mandam-no para o quarto. Gonçalo fica furioso e vira costas, regressa para a zona dos quartos. Gonçalo vai ao quarto de Matilde e diz-lhe que aos 18 anos sai de casa, que já está farto. Matilde diz que ele já se pode ir embora e pergunta-lhe o que o impede. Gonçalo fica calado.

Júlio conduz enquanto tecla algo no telemóvel. Nos bastidores da casa de Strip, Vânia está a tratar das faturas e contas quando o seu telemóvel recebe uma mensagem. Vânia lê e sorri, começando a arrumar as suas coisas.

Na casa dos Pires, Bruno e Constança estão num silêncio desconfortável, Constança diz que vai-se deitar, mas esquece-se do telemóvel. Bruno chama-a e entrega-lhe o telemóvel. Constança lembra-se e olha para ele, pergunta-lhe se não ligou a Zé Pedro com o telemóvel dela.

Bruno fica tenso, não esperava a pergunta, diz que ele não ligou, que foi capaz de ter sido Matilde. Bruno diz que viu a filha deles a jogar no telemóvel da mulher, talvez tenha ligado por engano. Logo de seguida, Bruno pergunta porquê que Zé Pedro não ligou de novo, se a chamada caiu, é o que as pessoas normalmente fazem. Constança fica nervosa e diz que devia estar ocupado. Bruno diz que ele devia estar ocupado com gajas, que é o que ele faz. Constança, incomodada, diz que se vai deitar. Bruno fica a ver a mulher a ir-se embora, sem se despedir dele, fica preocupado.

No café Caligari, uma outra pessoa está a recitar o seu poema quando Alexandra entra e senta-se com Ana. Francisca comenta com Carlos que a Alexandra é colega de um dos cunhados dela no atelier.

Francisca diz que ela e Ana talvez sejam só amigas, Carlos diz que isso explica as fugas de informação. Francisca diz que não sabe o que ela poderá saber, mas vai falar com Inácio e Bruno.

Raquel vai a casa de Carlos, toca à campainha e bate à porta, mas Carlos não responde. Júlio está a conduzir o carro e para quando vê Raquel a sair do prédio de Carlos e a ir para o seu próprio carro e arrancar. Júlio olha para o prédio de Carlos, em particular, para as janelas de um andar sem luz.

No café Caligari, uma poetisa sobe ao palco e anuncia que vai ler um poema de sua autoria. É sobre a proibição de pensar e sentir outro alguém, Francisca e Carlos trocam um olhar comprometido, como se este poema fosse sobre eles.  Alexandra já não se encontra no Caligari. Manuel dirige-se ao palco e diz que dá por encerrado a noite de poesia por não ter mais inscritos, anuncia que quem quiser pode ainda subir ao palco. O inspetor Carlos dirige-se ao microfone, deixando Manuel nervoso.

Carlos diz que é inspetor e está responsável pelo caso de Elisa Menezes, apelando a que as pessoas o informem de qualquer coisa que saibam sobre Elisa, afirma ainda que ela foi vista no café há umas semanas. Ana ainda se encontra no café, não esperava um comportamento destes do inspetor e aponta tudo no seu bloco de notas. Manuel está muito nervoso, pega no microfone e diz para as pessoas ajudarem a polícia e para não estacionarem os carros em cima dos passeios, logo de seguida, apressa-se a desligar as luzes do palco.

A poetisa aproxima-se de Carlos e conta que naquela noite, ela falou bastante com Elisa, mas que usava um pseudónimo como poetisa. Francisca pergunta se ela escrevia poemas eróticos. A poetisa sorri, e diz que Elisa tinha muito talento. Francisca fica surpreendida. Manuel observa, nervoso, ao longe. Ana observa-os a todos.

Na casa dos Menezes, Rui irritado, a beber um whisky, decide ligar para o Inspetor Carlos. Carrega no botão para iniciar a chamada.

No Caligari, a poetisa continua a falar com Francisca e Carlos. Francisca diz que não imagina a filha a escrever tais textos, a poetisa afirma que ela tinha talento e sabia do que estava a falar, escrevia o que sentia.

Carlos vai a perguntar à rapariga se reparou se os textos tinham sido escritos à mão quando o telemóvel toca, é Rui, ele mostra o ecrã a Francisca. Esta diz-lhe que já lhe liga. A poetisa afirma que estavam escritos à mão num caderno. Francisca pergunta se era um caderno cor-de-rosa. Esta diz que não, estavam escritos num caderno castanho de capa dura.

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