“Onde Está Elisa?”: Resumo dos próximos episódios

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Episódio 14 (1 a 7 de outubro)

Em Colares, numa zona de floresta selvagem, existe uma casa abandonada, até onde chega uma estreita estrada de terra batida. A pintura gasta, tábuas a tapar as janelas. Um casal de caminhantes, equipados com mochilas, varas e botas de hicking, surge das árvores olhando em redor, um pouco perdidos, com um mapa na mão. Ao verem o estado da casa, ficam ainda menos esperançosos, ainda batem à porta, mas não há ninguém. Os caminhantes ao afastarem-se ao longo da estrada, através das janelas, é possível ouvir algo a quebrar e a partir-se no interior, seguido de pancadas secas.

No atelier, Carlos observa as fotografias de obras arquitetónicas de Bruno, que estão no seu gabinete. Carlos diz a Bruno que quer falar com ele sobre o desaparecimento de Elisa. Bruno pergunta se há alguma novidade.

Carlos pergunta-lhe se a sua família passou o fim de semana em casa dos Menezes, Bruno diz que sim, por ser o aniversário de Elisa, e quando há festas, preferem ficar lá todos a dormir, pelos miúdos e também por às vezes beberem um pouco. Carlos pergunta-lhe se saiu durante essa noite e pede-lhe para parar de proteger o filho Gonçalo. Bruno diz que o filho não fez mal à prima, que apenas discutiram.

Carlos diz que o que não é normal é acabar com manchas de sangue e um desaparecimento. Carlos pergunta se Constança falou com Gonçalo antes de o ter ido buscar à discoteca. Bruno diz-lhe que não sabe, mas que pode ligar para a Fundação para saber se já chegou, que ela deixou o telemóvel em casa.

Carlos agradece. Bruno liga para a Fundação, mas Joana diz-lhe que a mulher foi a casa buscar o telemóvel, ele liga-lhe para o telemóvel, pode ser que já o tenha, mas ela não atende. Carlos recebe uma mensagem de Tiago, a dizer para ir ter ao gabinete dele, precisam de falar. Quando Bruno diz a Carlos que ao que parece, a mulher ainda não tem o telemóvel, o inspetor diz que depois fala com Constança.

Na redação, Júlio e Raquel estão com Ana e Mário, numa conversa que já começou. Raquel está com um discurso decisivo e repara numa troca de olhares entre Ana e Júlio quando diz que o que Ana fez aos primos de Elisa está a indiciar contornos de crime e que, em último caso, serão obrigados a revelar a fonte. Mário diz que isso é impossível, têm o direito de não as revelar. Júlio diz que há exceções e fica cada vez mais desconfortável com a conversa.

Na PJ, Carlos senta-se à frente de Tiago, esta pergunta se já sabem quem anda a passar informações à imprensa. Carlos diz que não e que ainda não falou com Raquel. Carlos pergunta se foi para isso que ele lhe chamou, Tiago diz que recebeu uma chamada do Procurador-Geral a pedir que Carlos se afaste do caso.

Carlos diz imediato que deve ter sido obra de Rui Menezes e não aceita essa decisão.  Tiago diz que não admite que ninguém interfira na investigação e como comanda nos seus homens, pede a Carlos que trate da fuga de informação e que encontre Elisa. Carlos sorri e sai. Raquel está no corredor e vê Carlos, diz que não conseguiu sacar nada da jornalista, mas já conseguiu falar com o Doutor Zimmerman e pergunta-lhe se se lembra de Joana da Fundação. Carlos afirma que sim.

Constança já se encontra em casa, está a verificar as mensagens no telemóvel, que ficou em casa, quando o telemóvel toca, é Bruno. Bruno diz-lhe que o Inspetor Reis esteve no atelier, Constança pergunta o que é que ele queria. Bruno diz que queria falar com eles, para além de acharem que Gonçalo tem alguma responsabilidade, acham que um deles o está a encobrir.

Constança diz-lhe para não contar nada a Gonçalo, Bruno diz que não, não quer que o filho ainda mais nervoso. Constança pergunta-lhe o que vão fazer, que a situação não para de piorar. Bruno diz que têm que colaborar com a polícia, mas que da próxima vez é Constança a aturar o inspetor Carlos, pois ele já o aturou por ambos. Constança disse que não podia adivinhar, esqueceu-se do telemóvel em casa.

Constança olha para o telemóvel e vê a mensagem de Zé Pedro. Bruno diz que ela também não estava na Fundação, Constança diz que esteve numa reunião a manhã toda. Bruno diz que sabe que ela foi a uma reunião com Zé Pedro. Ela pergunta-lhe como é que ele sabe. Bruno diz que foi Joana que lhe disse. Constança diz que falam mais logo, desliga a chamada, preocupada e sai do quarto.

Na Fundação, Carlos entra e aproxima-se de Joana, que está a preparar-se para sair. Não se encontra mais ninguém no espaço.

Cumprimentam-se, Joana diz que se veio falar com Rui, ele está ocupado, que é melhor vir mais tarde. Carlos diz que quer falar com ela sobre Elisa Menezes. Carlos tira o atestado médico e mostra a Joana, perguntando-lhe se foi ela que conseguiu o atestado e porquê que o fez. Joana observa-o, alarmada.

No Gabinete de Rui, ele e Olívia estão a meio de uma conversa sobre a presença de Rui de uma inauguração. Rui diz que Olívia representa bem a Fundação, mas Olívia diz que Dinis é sensível e vai ficar ofendido se ele não for. Rui diz que não quer devido à exposição mediática. Olívia promete-lhe que não vai lá ter imprensa e pede-lhe para pensar. Rui faz a vontade a Olívia e diz que vai pensar.

Em seguida, Olívia diz-lhe que sabe que o calendário de exposições da Fundação está preenchido, mas tem uma artista desconhecida muito talentosa, não tem bolsa e não lhe parece que algum dia vá pedir, é Alexandra Correia.

Carlos e Joana conversam na Fundação sobre Elisa. Joana diz que uma vez, a meio da manhã, encontrou-a perto da marina, sozinha. Elisa estava com medo que os pais descobrissem que ela andava a faltar às aulas, ela pediu-lhe ajuda. Joana diz que disse que sim, mas não o devia ter feito, foi uma estupidez.

Carlos pergunta a Joana se não achou estranho o pedido de um atestado médico. Joana diz que todos já faltaram às aulas e, por ser um colégio privado, é tudo muito rígido, por isso não achou estranho.  Carlos pergunta-lhe se está a contar-lhe tudo, Joana diz que sim e que se sente culpada, nunca a devia ter ajudado. Carlos concorda e fica a olhar para ela. Joana não consegue manter o olhar. Carlos diz para Joana lhe avisar se se ausentar de Lisboa, pois está com a impressão que não lhe contou a história toda.

Olívia e Inácio chegam a casa do trabalho. Olívia tenta comunicar com o filho Sebastião, mas ele ignora-a. Inácio não consegue evitar e pica Olívia, dizendo que o filho mandou a mamã passear. Olívia diz para o marido parar e pergunta porquê que têm sempre que discutir. Inácio serve-lhe um licor, e diz que a mulher com um licorzinho fica sempre muito mais bem-disposta.

Olívia diz a Inácio que depois do jantar vai falar com Alexandra, conseguiu convencer Rui a fazer uma exposição de quadros dela. Inácio diz que também vai, mas Olívia diz que vai sozinha, acha que Alexandra deve precisar de uma conversa entre mulheres. Inácio diz que deve haver mouro na costa, Olívia evita olhar para Inácio e bebe o licor.

Na casa dos Pires, Constança está a despir-se, Bruno entra e olha para ela. Constança pede-lhe para não olhar assim para ela, precisa de tomar um banho e relaxar. Bruno diz para ela não ter medo, que não estava a pensar em nada.

Constança vai para a casa de banho, Bruno pega no telemóvel da mulher e liga para Zé Pedro, este diz que estava a pensar nela. Bruno não responde e desliga o telemóvel. Zé Pedro fica preocupado a olha para o telemóvel.

Nos Menezes, Sofia vai chamar Francisca que está a dormitar na sua cama, Carlos está lá em baixo para falar com ela. Quando ela é acordada e informada, instintivamente, vai até ao espelho arranjar o cabelo. Na sala, Carlos diz a Francisca que foi a secretária de Rui, a Joana, que arranjou o atestado médico para Elisa. Carlos pergunta se Rui está.

Na casa de Joana, esta confessa a Rui que arranjou um atestado médico a Elisa, que não teve alternativa, teve que a ajudar. Rui pergunta-lhe o porquê. Joana diz que Elisa sabia que eles eram amantes e que ia contar tudo a Francisca se não a ajudasse.

Rui fica siderado com esta revelação. Joana diz que teve que mentir ao inspetor, disse que encontrou Elisa na rua, mas ela foi ter à sua casa. Rui fica chocado por saber que Elisa foi ter à casa de Joana, e pergunta-lhe o porquê de não lhe ter contado.

Joana diz que não queria complicar mais as coisas e diz-lhe que Elisa viu Rui a sair do seu prédio, durante aquela semana em que faltou às aulas. Joana diz que teve que arranjar o atestado porque Elisa não queria que Francisca soubesse porque tinha faltado. Rui diz que Elisa pode ter desaparecido por causa do seu relacionamento e acaba tudo com Joana. Rui sai e Joana deixa-se cair no sofá e chora, nervosa.

Na casa dos Menezes, Carlos pergunta a Francisca se ela contou ao marido o que aconteceu com a família dele. Francisca é apanhada desprevenida, não quer dizer a verdade. Carlos diz-lhe que Rui está com medo que o lhe aconteceu no passado afete as suas capacidades enquanto inspetor.

Pergunta a Francisca se sabe que o marido ligou para o Procurador-Geral a pedir outro inspetor para o caso. Acaba por dizer a Francisca que a atitude de Rui, para além de ser uma falta de respeito para com o seu trabalho, não está a ajudar em nada na investigação.

Alexandra está no loft no sofá, a beber um baileys, tocam à campainha, é Olívia com um sorriso na cara. Olívia diz-lhe que conseguiu convencer o irmão a fazer uma exposição das suas obras. Alexandra está contente, mas admite que tem um problema, acha que não tem quadros suficientes para uma exposição.

Olívia pergunta quanto tempo demora a fazer o resto, Alexandra diz que depende. Olívia pergunta-lhe o que é que depende, Alexandra diz que está com falta de modelos, aproxima-se de Olívia, afasta-lhe uma alça da camisola, deixando o seu ombro exposto, dá-lhe um beijo na pele descoberta.

Alexandra pergunta a Olívia se não conhece alguém que tenhas as mesmas características físicas que ela, enquanto se vão beijando apaixonadamente. Alexandra retira-lhe as calças e desaperta o sutiã a Olívia, dá-lhe uma palmada no rabo e prepara-se para começar a desenhar. Olívia diz-lhe que não a despiu toda. Alexandra diz que a quer ver a tirar, devagarinho. Olívia morde o lábio, excitada.

Rui está a chegar a casa, respira fundo por ainda estar abalado com a conversa, ao entrar em casa, para repentinamente ao ver Francisca e Carlos sentados na sala. Francisca diz que o inspetor veio-lhe por a par e diz que não acha normal a secretária encobrir a filha deles. Rui engole em seco, Carlos está atento à reação dele.

Rui afirma que acabou de saber por Joana e já a informou que esse assunto não iria ficar por ali, o que fez foi muito grave. Francisca diz que no dia seguinte vai falar com Joana, Rui recusa essa ideia, diz que é funcionária dele e é ele que tem que resolver o problema. Carlos levanta-se incomodado, para ir embora.

Francisca acompanha-o até à porta e esboça-lhe um sorriso e um olhar. Rui está muito perto de Francisca com um ar sério e assusta a mulher, ele sugere irem-se deitar.

Na casa dos Pires, Constança e Bruno estão deitados na cama, a ler, com as respetivas luzes. Constança fecha o livro e apaga a luz do seu lado, desejam as boas-noites. Constança tapa-se e vira as costas a Bruno. Bruno desvia o olhar do livro e observa a mulher sério, lembra-se das palavras de Zé Pedro. Bruno suspira de cansaço, fecha o livro e desliga a luz, recosta-se para dormir, ainda perturbado.

Na casa de Strip, Zé Pedro está a beber, sempre a olhar para o telemóvel, preocupado, e um pouco indiferente a Elena, que dança no palco. Yuri está no bar e olha desconfiado para Vânia, que fala com outra stripper junto à porta para os bastidores.

Inácio está deitado na cama, mas sem sono, vira e revira-se na cama. Enquanto isso, Alexandra pinta freneticamente um quadro com uma figura de uma mulher nua, é Olívia que posa totalmente nua para ela.

Francisca está no quarto pensativa, junto à janela, com insónias. Regressa à cama e deita-se ao lado de Rui, que parece dormir. Francisca fecha os olhos para tentar dormir. Rui abre os olhos, está preocupado.

Carlos está em casa a dormir. A sonhar, sente uma mão feminina a tocar-lhe no ombro é a sua mulher, Margarida, ela está a sorrir. Margarida diz para se levantar, que as miúdas estão à sua espera. Margarida sai do quarto e Carlos vê a ferida da bala na mulher, e esta a escorrer sangue. Carlos levanta-se, apressado, e corre atrás dela até à sala. Clara e Elisa estão a dar pequenos murros no saco de boxe.  Clara veste a mesma roupa da fotografia, e Elisa está com o vestido manchado de sangue.

Clara diz ao pai que está morta. Elisa pergunta a Carlos se quer saber o que lhe aconteceu, diz que tudo começou quando foi para a festa. Carlos deixa de conseguir ouvir Elisa, só volta a ouvir quando ela pergunta se ele percebeu tudo.

As meninas começam a correr pela sala. Margarida aproxima-se do marido e pergunta-lhe se ele sabe que só pode salvar uma delas. Carlos acorda bruscamente, o quarto está vazio, senta-se na cama e enterra a cara nas mãos.

Na PJ, Carlos fala com Anabela sobre o assassinato. Anabela pergunta-lhe se continua com os pesadelos. Carlos diz que sim, mas que agora é diferente, aparece a mulher, a filha e Elisa. Ele próprio faz uma autoanálise e Anabela diz que já é um bom principio, refere ainda que não é uma sessão de psicanálise, mas que são dois colegas a conversar e que gosta que ele vá falar com ela.

Na sala de reuniões da PJ, Carlos, Raquel, Júlio e mais dois inspetores estão com as pastas abertas em redor da mesa de reuniões. Falam sobre o desaparecimento de Elisa, do atestado médico, e os testemunhos que têm. Carlos manda Júlio falar com Joana.

A hipótese de alguém a ter morto na praia foi afastada, Elisa foi vista numa bomba de gasolina no Cacém, apareceu nas câmaras de segurança. Raquel diz que havia uma espécie de triângulo amoroso entre Sebastião, Gonçalo e Elisa, muito mal resolvido.

Carlos fala também de Manuel, que ainda não percebeu se havia uma relação próxima com Elisa. Carlos afirma que estão num beco sem saída e que têm que apertar com a família, um por um. Ainda afirma que se houver uma fuga de informação ele suspende a equipa e organiza uma outra. Raquel e Júlio trocam um olhar.

Na Fundação, Zé Pedro fica chocado quando Rui lhe diz que Elisa sabia do caso dele com Joana. Zé Pedro pergunta-lhe como é que é possível. Rui diz que Joana contou-lhe que Elisa andava a faltar às aulas e a segui-los, confrontando Joana em seguida.

Zé Pedro pergunta-lhe porquê que Joana não lhe contou nada, se já tinha sido há um mês. Rui diz que ela tinha medo que a despedisse. Rui afirma que tem medo de ter feito mal à filha, que ela tenha fugido pelo caso que ele tinha.

Zé Pedro diz que isso afasta a hipótese de rapto, Rui diz que não tem outra hipótese do que contar tudo ao inspetor Carlos, quer a filha de volta. Zé Pedro pergunta-lhe se sabe o que significa contar à polícia, Rui diz que sabe que implica que Francisca nunca o irá perdoar.  Zé Pedro diz que Rui tem que medir muito bem o que vai fazer, num ápice pode perder tudo.

Joana está a trabalhar com uma colega quando Constança dirige-se a Joana, pergunta-lhe se Rui está na Fundação. Joana diz que sim, e ao ver o jornal na mão de Constança, pergunta-lhe se já há novidades sobre Elisa. Constança manda-a comprar o seu próprio jornal. Joana, nervosa, diz à colega que vai à rua num instante e para lhe ligar se alguém perguntar por ela. Levanta-se e sai.

Rui e Zé Pedro continuam reunidos no gabinete, quando Constança entra e atira o jornal para a mesa de Rui. Constança diz que Ana escreveu uma notícia denegrida sobre Elisa, em relação à poesia erótica. Diz ainda que ele tem que ter mão firme. Quando Constança sai, Zé Pedro pergunta-lhe se Rui achava que a notícia podia ser sobre a Joana, ele diz que sim.

Na casa dos Menezes, Sofia traz o jornal para Francisca ler. A mãe de Elisa diz que ainda vai colocar um processo em cima da jornalista, e os nervos passam-lhe de imediato.

Francisca dirige-se à Fundação, cumprimenta Joana, esta nervosa diz que Rui está numa reunião, mas que pode chamá-lo. Francisca diz que foi ali para falar com ela, pergunta-lhe que tipo de relação tinha com a sua filha. Joana olha para Francisca, nervosa.

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