“Onde Está Elisa?”: Resumo dos próximos episódios

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Episódio 13 (1 a 7 de outubro)

Na PJ, Raquel sai de um gabinete e vê Ana e Júlio a conversar, baixinho. Observa-os, curiosa. Ana apercebe-se da presença da inspetora, Júlio olha na sua direção e, os dois despedem-se rapidamente. Júlio caminha até Raquel tranquilamente. Júlio pergunta-lhe se o chefe já conseguiu mais alguma coisa. Raquel questiona porque estava a falar com Ana e se sabe que ela é jornalista. Júlio diz que sim e que foi por isso que lhe disse para não escrever nada sobre o assunto e ir-se embora. Júlio pergunta se Raquel está a desconfiar dele e esta responde-lhe a perguntar quem é que disse uma coisa dessas. Júlio afasta-se e Raquel fica a vê-lo pensativa.

Rui e Francisca estão em casa, sentados na cama. As suas mãos estão próximas, mas nunca se tocam, ambos olham para o vazio. Rui pede desculpa pela sua atitude e pergunta se o inspetor lhe disse mais alguma coisa.

Em casa dos Pires, Bruno, Constança, Matilde e Gonçalo estão a acabar de jantar. Os filhos de ambos dizem que não querem ir à escola porque todos vão comentar. Constança e Bruno dizem que não têm que se sentir envergonhados porque não fizeram nada de mal e que é importante não perderem mais aulas.

Gonçalo remete que não tem a ver com vergonha, mas porque não os irão deixar em paz. Constança e Bruno sugerem que se alguém os chatear para falarem com os professores ou com a direção. Gonçalo fica a olha-los tenso, os pais não percebem. Matilde questiona quanto à presença de jornalistas.

Bruno diz que a mãe leva-os e vai busca-los e só arranca quando souber que estão bem. Constança diz que pensava que seria ele a levá-los, rapidamente criam uma discussão, mas fica acordado que será Constança a levar os filhos e a ir busca-los.

Bruno acusa-a de não ter perdido essa oportunidade para ser útil na vida dos filhos. Constança e Bruno trocam um olhar tenso. Os filhos percebem, incomodados.

De volta à casa dos Menezes, Francisca comenta com Rui que o inspetor sabia o que era perder um filho e conta-lhe que a mulher e a filha foram assassinadas há uns anos. Rui fica espantado e diz que vai falar com o Procurador porque desconfia que devido à sua vivência, o inspetor é capaz de não estar nas melhores condições mentais para conduzir a investigação. Francisca desacorda, diz que por isso mesmo não vai deixar Elisa cair no esquecimento. Rui remata dizendo que nunca viu uma dedicação especial por parte do inspetor. Francisca diz que o inspetor não está doente e, que eles os dois deviam ser os primeiros a compreende-lo. Francisca deita-se para o lado contrário, Rui está incrédulo.

Carlos está em casa a ver a notícia de Elisa, observa o plano próximo de Francisca, quando cortam a notícia, Carlos desliga a televisão. Alguém toca à campainha, é Raquel e traz cervejas. Diz que já sabe quem anda a passar informação à imprensa, é Júlio. Carlos fica em choque.

Na casa de Strip, dois homens veem Elena a dançar no palco. Júlio entra, Vânia não está. Yuri reconhece-o e vai ter com ele. Pergunta o que Júlio quer, este diz-lhe que não o quer ver lá em cima a dançar, mas sim um whiskey. Júlio diz que quer ver Vânia, Yuri diz que não é bailarina, mas sim sua sócia e mulher, chama Elena. A stripper propõe um private a Júlio e dirigem-se para a sala privada. Yuri fica desconfiado da atitude de Júlio.

Ana está sentada numa mesa no Caligari. Sandra está ao balcão e olha desde o relógio para a porta. Chega Manuel estafado e Sandra queixa-se que já devia ter saído há uma hora. Manuel diz que não lhe apetece discutir e dá-lhe o dia seguinte de folga. Manuel queixa-se que foi violentado contra os seus direitos fundamentais.

Na sessão private, Elena dança para Júlio, este olha-a de uma forma um pouco assustadora. Elena reage com um sorriso, mas evita olhar diretamente para ele. Júlio dá-lhe uma palmada nas nádegas. Elena estremece, mas mantém a dança, com um sorriso forçado.

Carlos diz a Raquel que foi uma suposição, que quando Júlio e Ana se separaram foi porque pararam de conversar. Carlos diz que Raquel tem que arranjar uma outra razão, a inspetora diz que acha que aquela razão é mais do que suficiente. Raquel fica a olhar para o saco de boxe, Carlos pergunta-lhe se ainda treina. Raquel responde-lhe que sim, o inspetor pergunta se há mais alguma coisa, Raquel num tom sério diz que não. Raquel diz que vai andando, Carlos fica pensativo.

Júlio sai da sala privada da casa de Strip e vê Zé Pedro a entrar. Rapidamente agarra no telemóvel e vira-se de costas, finge que fala com alguém e sai. Yuri fica desconfiado com esta saída do Júlio, apressa-se a ir falar com Elena. Mas ela diz-lhe que Júlio não lhe disse nada, apenas queria uma lapdance. Elena diz ao Yuri que vai atender Zé Pedro que é um cliente habitual. Yuri fica frustrado e dirige-se para o bar. Quando Elena senta-se, com as pernas abertas na mesa, Zé Pedro diz que apenas quer uma bebida e para o deixar sozinho. Vânia aparece e Yuri interpela-a, diz que o homem que esteve ali da outra vez à procura de putas e que ela escorraçou, esteve lá ainda há bocado e que perguntou por ela, sabia o nome dela. Yuri perguntou se Vânia escondia-lhe alguma coisa e confessou que acha que ele deve ser da polícia. Vânia diz que não lhe está a esconder nada e dirige-se para os bastidores. Vânia liga de imediato a Júlio e disse que tinham acordado que ele não fosse à casa de Strip. Júlio diz-lhe para se acalmar, que queria dar-lhe uma boa notícia e que acima de tudo queria vê-la. Vânia pergunta se ele acabou o serviço, Júlio diz que não, mas que se está a compor. Júlio desliga e revê as fotografias que tirou do confronto de Carlos e Yuri.

Bruno e Constança estão na sua cama de casal, cada um virado para o seu lado, ambos acordados, de olhos abertos e pensativos.

Manuel está sentado a conversar com Ana, enquanto bebe no Caligari. Ana pergunta-lhe se contou mesmo tudo à polícia e se não ofereceu o livro à Elisa ou limpou as impressões. Manuel diz que contou mais ou menos tudo à polícia, que não ofereceu o livro e que alguém que lê as impressões digitais deve ter limpado as impressões digitais. Ana diz que não pode haver um mais ou menos à polícia.

Manuel explica que Elisa leu um poema dela. Ana alerta-o que se a polícia falar com alguém que esteve no Caligari nessa noite pode dizer que ela lá esteve e ele passará por mentiroso. Manuel diz que espera que não o façam. Ana questiona se encontrarem o manuscrito de Elisa. Manuel garante que não vão encontrar. Ana pergunta se ele está a esconder algo, Manuel indignado diz que em primeiro a polícia e agora a Ana, levanta-se e vai para o bar.

Na casa dos Frazão, Olívia e Inácio estão à porta com Alexandra, esta está a olhar fixamente para Olívia, mas Inácio abraça Alexandra para ter a atenção para ele e diz que gostaram muito de a ter. Olívia concorda, Alexandra diz que é só convidarem, Olívia diz que a irão convidar. Sem Inácio ver, Olívia pisca o olho a Alexandra. Os três despedem-se. Inácio fecha a porta, olha para Olívia com desejo, começa a beijá-la. Olívia pergunta-lhe o que está a fazer e, Inácio começa a baixar as alças da camisola de Olívia e a beijar-lhe os ombros.

Tentando fugir, Olívia repara que Alexandra se esqueceu da écharpe e diz que vai lá fora levar-lhe. Inácio diz que ele leva amanhã de manhã. Inácio pega na écharpe e põe à volta do pescoço de Olívia.

Os corpos estão colados, Inácio apalpa e beija Olívia, não tendo grande escolha, vai respondendo aos beijos do marido que a encaminha para o quarto. Fazem amor, mas sem nunca olharem um para o outro, mas sim para a écharpe de Alexandra. Aumentam a velocidade, o casal tem um orgasmo final, cada um fixo na écharpe de Alexandra, sem nunca trocarem um olhar.

Na casa dos Menezes, Sofia serve o pequeno-almoço à família. Rui pergunta às filhas porque estão tão nervosas por ir para a escola. Francisca diz que elas faltaram quase duas semanas, é natural que estejam assim. As meninas dizem que querem ir, mas é estranho sem Elisa.

Rui e Francisca entreolham-se, Sofia vira-se para não chorar à frente das meninas. Elas perguntam se os pais vão-se divorciar, dizem que os ouviram a discutir. Francisca diz que às vezes os pais discutem, não é bom, mas acontece e, que não significa que vão divorciar-se. Rui diz que tem que ir embora e pede às filhas para tirarem essas ideias da cabeça. Francisca pergunta às filhas se Elisa faltou às aulas, as miúdas entreolham-se, sentindo-se encurraladas.

Carolina afirma e Patrícia nega. Francisca diz que se querem ajudar a irmã, têm que dizer a verdade. Patrícia diz que Elisa pediu-lhes para não contarem a ninguém, Francisca diz que está a mandar contarem-lhe.

Na casa dos Pires, Constança acaba de se maquilhar, em frente ao espelho, está apressada. Bruno acaba de se vestir. Constança sai a correr. Bruno continua a arranjar-se e ouve um toque de SMS, vai ver ao seu telemóvel e não tem nada. Procura pelo telemóvel de Constança e vai até à porta do quarto rapidamente, percebe que ela já saiu. Vê no ecrã que é uma mensagem de Zé Pedro e abre-a, lendo que ele está à espera dela, terminando a mensagem ao chamá-la de Giraça. Bruno fica inquieto.

Carlos está na sala da PJ a observar o quadro do caso de Elisa. Raquel entra com o pequeno-almoço para ambos, Carlos diz que não era preciso. Raquel diz que se não quer, ela pode deixar para o Júlio, mas coloca na secretária de Carlos.

Raquel quer falar sobre a discussão da noite anterior, mas Carlos pede-lhe para deixar agora esse assunto por conta dele. Quando Raquel vai a responder, o telemóvel de Carlos toca, é Francisca Menezes. Carlos atende, Raquel observa-o com desconfiança. Francisca conta que as filhas lhe deram informações sobre os dias que Elisa faltou às aulas. Francisca pede para falar pessoalmente. Carlos diz que se pode deslocar à PJ.

Ao desligar a chamada, Raquel comenta que Carlos tem passado muito tempo com Francisca e não o vê a disponibilizar esse tempo com Rui. Carlos diz que Rui é insuportável e Francisca é a mais razoável. Raquel repara que ficou tenso depois da chamada e pergunta se está a ficar apanhado por Francisca. Carlos responde que talvez e olha-a espantado.

Rui entra no seu gabinete, seguido por Joana e diz-lhe que Constança sabe de eles os dois. Joana fica espantada, Rui pergunta se ela não contou a ninguém. Ela diz que não, Rui desconfia e diz que não contou a ninguém. Joana pergunta se contou a Zé Pedro, Rui diz que sim, mas tem inteira confiança no amigo, Joana pergunta se não tem nela. Rui interrompe-a ao ver a nova manchete do jornal, sobre a afirmação da sua mulher que diz que ninguém sofre como ela.

No Caligari, Manuel lê o jornal de forma ansiosa, Ana entra. Manuel agradece-lhe não ter escrito nenhuma noticia sensacionalista dele, ela diz que não o fez porque não tinha nada em concreto para escrever, ele agradece. Ana diz-lhe que não é por conhecer a pessoa, ser seu irmão ou primo, que não vai informar os leitores do que se está a passar, é a sua obrigação. São interrompidos pela entrada de Alexandra, esta diz que estava com esperança de encontrar Ana.

No Hotel Lobby, Constança e Zé Pedro saem de uma sala de reuniões e despedem-se dos executivos. Constança caminha até ao elevador e Zé Pedro alcança-a, perguntando se vai continuar sem lhe dirigir a palavra. Constança diz que é por trabalharem juntos e por causa dele, Joana não foi despedida.

Zé Pedro diz que pensava que Constança já tinha ultrapassado isso, ela responde que o problema dele é pensar de mais, ambos se olham nos olhos, intensos. Zé Pedro desliza mão para a cintura de Constança e acaricia-a, Constança fica tensa e Zé Pedro diz que reservou uma suite para eles. Constança diz que ele é doido.

Zé Pedro beija-a no pescoço, Constança está nervosa, olha à volta em pânico, vê duas mulheres a aproximarem-se, mas vão para outra direção. Constança chama o elevador, Zé Pedro segue-a por trás, ambos entram no elevador, vão para o parque de estacionamento, no piso -3. Assim que as portas se fecham, Zé Pedro abraça Constança e beija-a na boca, descaradamente. Zé Pedro marca o 12º andar.

Na PJ, Carlos e Raquel estão lado a lado e trocam um olhar cheio de tensão. Entra Júlio com Francisca, esta pergunta a Carlos o que pode fazer em relação ao jornal, afirma que foi uma conversa informal que teve com a jornalista Ana. Raquel diz que conhecem a jornalista e, que é muito proactiva. Carlos pede a Francisca para ter calma e aconselha-a a sentar-se. Carlos olha para Júlio, à procura de uma reação.

No café Caligari, Alexandra e Ana estão sentadas na mesma mesa. Alexandra conta-lhe que esteve à conversa com Joana, amor platónico de Manuel e que esta não gostou das reportagens que Ana fez sobre os primos Menezes.

Ana diz para se juntar à fila. Alexandra pergunta-lhe se tem muita gente que a odeia, ela diz que sim e que não tem outro remédio. Alexandra pergunta-lhe se ela não se sente contra o mundo, Ana diz que essa é uma visão muito poética para ela e que tem que ir trabalhar, Alexandra pergunta se são mais notícias controversas, Ana responde afirmativamente.

Manuel diz que precisa de falar com Ana, esta diz-lhe que está com pressa, Alexandra pergunta a Manuel se tem um caso com ela, ao que responde que tem um caso com todas, mas a cama continua vazia. Alexandra fica admirada com tal resposta, sorri, paga a conta e sai.

Na PJ, Francisca conversa nervosamente com Carlos, Júlio e Raquel assistem. Francisca diz que está farta. Carlos pergunta a Raquel e Júlio se foi a jornalista Ana que esteve nas instalações da PJ, Raquel diz que sim, mas é melhor confirmar com Júlio, pois ele olhou bem para ela. Júlio confirma.

Carlos diz aos dois inspetores para irem ter uma conversa com a jornalista, Júlio pergunta se é para ele ir com Raquel. Carlos confirma e completa, dizendo que são eles que viram a cara dela, conhecem-na melhor e indo os dois juntos até se divertem. Raquel e Júlio saem, Francisca pergunta a Carlos se já investigou o café Caligari.

Carlos diz que falou com o gerente, mas não lhe parece que seja um criminoso. Francisca diz que confia nele e conta-lhe que falou com as suas duas filhas sobre a semana em que Elisa faltou às aulas. Carlos pega num bloco e numa caneta para apontar o que Francisca tem para dizer.

Manuel acaba de receber o pagamento de um cliente e, o café Caligari fica vazio. Vai até uma parte onde tem livros, CDs e DVDs…retira o seu exemplar de Antologia de Poesia Erótica e folheia-a. No meio das páginas tira uma folha de um caderno com um poema escrito pela mão de uma rapariga, Elisa.

No atelier, Bruno liga para a Fundação a dar o recado a Joana sobre o esquecimento do telemóvel de Constança, esta diz-lhe que a mulher está numa reunião com José Pedro. Bruno pede a Joana que dê o recado quando Constança chegar. Joana diz que dá o recado. Bruno desliga o telemóvel e, fica pensativo.

Na suite de um hotel, Constança e Zé Pedro fazem amor de forma arrebatada e cheios de paixão.

No atelier, Inácio leva a écharpe a Alexandra, coloca-lhe no pescoço, da mesma forma como fez com Olívia e fica praticamente colado a ela. Alexandra fica desconfortável. Inácio olha-a de cima a baixo e diz-lhe que a écharpe lhe fica muito bem.  Alexandra tenta esquivar-se, dizendo que Inácio tem muito trabalho e para ele agradecer a Olívia a écharpe, Inácio diz para ela agradecer quando for lá a casa jantar novamente.

Na PJ, Francisca explica a Carlos que deixou sempre as filhas no colégio durante a tal semana e, que tanto Carolina como Patrícia dizem que Elisa nunca chegou a entrar na escola. Nem sabem o que ela ia fazer. Carlos pergunta a Francisca se nem ela nem o marido ouviram o nome do doutor Zimmerman.

Francisca diz que é um nome que certamente não se iria esquecer e que tem a certeza que Elisa não conhece esse médico, alguém deve-lhe ter arranjado o atestado. Carlos agarra numa caneta e vai ao calendário, marca a semana que Elisa faltou às aulas, três semanas antes do desaparecimento. Francisca olha-o, pensativa.

Rui está ao telefone na Fundação, a falar com o Procurador, sobre as condições mentais do inspetor Carlos para estar à frente do caso de Elisa, sabendo que a mulher e as filhas do mesmo foram assassinadas.

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