“Paixão”: Zé mata Leonor

“Paixão” prepara-se para ter uma grande reviravolta na história nos próximos episódios. Leonor (Mónica Calle) é assassinada por Zé, mas este simula tudo como se fosse um suicídio.

Zé consegue ainda uma carta escrita por Leonor onde explica as razões do suicido: A matriacra terá matado Alexandre (Rui Morisson), quando descobriu que este tinha uma amante.

Este motivo levou a matriarca a alterar o seu testamento e a incluir no rol de herdeiros o nome de Miguel (Albano Jerónimo), preso durante dez anos, por um crime que não cometeu.

Paixão

Logotipo da novela “Paixão”

Tudo acontece quando:

Zé está no ginásio de sua casa quando Leonor vai ter com ele. Leonor confronta-o, diz que agora sabe-se a verdade, e sabe que ele matou o Alexandre. Pergunta-lhe como é que ele foi capaz, o Alexandre tratou-o como um filho. Agora Leonor vai contar tudo à polícia, e vai encontrar o Simão, que esteve envolvido no assalto encomendado por ele. Zé diz que a Leonor está a reagir mal, não vai acontecer nada.

Leonor tenta ligar a Miguel quando Zé a apanha por trás e a asfixia. Leonor tenta resistir mas acaba por desmaiar. Depois Zé pega numa corda e aproxima-se de Leonor.

Mais tarde, a família Marreiros, mais Zé e Teresa, choram a morte de Leonor. Um inspector da PJ analisa a cena do crime. Eles não encontram uma razão para a morte de Leonor. O suicídio é a hipótese maior, mas Júlia diz que a Leonor estava bem, ela estava feliz. Luísa concorda.

Zé vai à herdade e Isabel dá-lhe os seus pêsames. João fala com Zé depois, e está desconfiado. João pergunta-lhe onde ele estava quando Leonor morreu. Zé conta depois a sua versão da estória, que Leonor se suicidou porque iam descobrir que ela tinha morto o Alexandre. E ela matou o Alexandre quando descobriu que ele tinha uma amante. Zé pede a João para confirmar essa estória com a polícia, e ficam todos bem. Depois Zé lembra-lhe que ainda tem a prova contra ele.

Na casa dos Marreiros, Luísa encontra uma carta de Leonor falsificada por Zé, onde supostamente Leonor explica as razões do seu suicídio.

Zé continua a tentar encobrir o seu assassinato. Ele fala com uma antiga amiga, Elisa, para se fazer passar pela amante de Alexandre. Elisa tem de falar com Luísa, para que Luísa acredite na versão do Zé.

Na leitura do testamento, Miguel herda um palacete em Lisboa,  o que não agrada Tomás. A revista Mariana assistiu a estas cenas:

Tomás (Pedro Sousa) confronta a irmã com a decisão da progenitora, pois não se conforma com aquilo que ela fez.

– Endoideceste de vez? O que é que te passou pela cabeça para quereres arruinar a imagem da mãe publicamente?, pergunta a gestora, visivelmente irritada, adiantando que nada na vida deles será alterado, por isso o melhor é os irmãos se unirem.

– Estamos a falar da pessoa que matou o nosso pai e que se suicidou quando percebeu que seria apanhada?, alega o jovem, afirmando que não pretende partilhar heranças com estranhos.

– Se a mãe queria aliviar a culpa… Se tu queres aliviar a culpa por não teres acreditado no Miguel, eu não tenho nada com isso!

Luísa tenta explicar-lhe que a mãe era livre de fazer com os bens dela o que quisesse, no entanto, Tomás argumenta que Leonor não estava nas suas faculdades mentais.

– O corpo da mãe ainda nem arrefeceu e tu só pensas nas heranças e em dinheiro? Quando te transformaste num cretino?, questiona a mãe de Catarina (Matilde Serrão).

Nessa altura, o cúmplice de Zé (Marco Delgado) perde as estribeiras e acusa a família de não o tratar com dignidade.

– Não temos nada a ver um com o outro”, conclui o rapaz que, antes de sair, avisa que vai impugnar o testamento.

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