Por causa da crise, TVI pode ter novelas em co-produção


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TVI pode seguir pelo caminho das co-produções

A Media Capital, empresa que detém a TVI está a ponderar realizar parcerias no Brasil e em Angola para a co-produção de novelas.  A estação, que já produziu dezenas de novelas nos últimos 20 anos quer continuar na produção continuada deste tipo de formatos e a co-produção pode ser um caminho viável.

O objetivo da TVI é manter quatro novelas no ar, continuando a abdicar de comprar novelas estrangeiras (como por exemplo, brasileiras). «Vamos tentar fazer as novelas em Portugal», diz Rosa Cullell em declarações ao Correio da Manhã. Caso esta hipótese, de continuar a fazer novelas se mostre inviável, a administradora tem «segunda opção»: avançar com parcerias. «Seria bom tentar co-produzir», diz.

Angola e Brasil são os territórios privilegiados e os primeiros contactos já foram estabelecidos. «Estamos a falar com parceiros em Angola, no Brasil… Ir à procura de parceiros é uma obrigação que temos. Vou fazer tudo o possível para conseguir mais parceiros para todas as áreas», continua a administradora do grupo.

Para além das novelas, outro tipo de parcerias podem ser firmadas, como co-produções para alguns dos canais temáticos. É desejo que o + TVI, que estreia no dia 25 em exclusivo na Zon vá «para Angola, para a Zap, onde já está a TVI 24» e em contrapartida, é possível «ter também produtos feitos em colaboração com produtoras angolanas», conclui ao Correio da Manhã.

A SIC já avançou para este tipo de negócio. Em 2010 “Laços de Sangue” foi um co-produçao com a Rede Globo, tal como “Dancin’ Days”, que está atualmente no ar e é a novela mais vista no nosso país.

No passado também houve produções entre SIC e Rede Globo, mas em sentido inverso. “Mulheres de Areia”, “De Corpo e Alma” e “Os Maias” foram co-produçoes. Também a RTP já enveredou por este caminho. “Paixões Proibidas” foi uma co-produção RTP/Band e “Pedra Sobre Pedra”, RTP/Rede Globo.

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