[Raio Z] Entrevista a Dina Félix da Costa: ” O que me move é a qualidade dos projetos.”


A 4 de Julho de 1980 nasceu Dina Félix da Costa. Atualmente no ar na novela da RTP, ‘Os Nossos Dias’, a atriz conta já com vários sucessos no currículo.

‘Anjo Selvagem’, ‘Fala-me de Amor’, ‘Deixa-me Amar’, ‘Ele é Ela’ ou ‘Meu Amor’ são algumas das tramas em que brilhou a nossa convidada de hoje.

É Dina Félix da Costa em Raio Z!

Zapping: Fez parte, recentemente, do elenco de ‘Os Nossos Dias’. Como foi dar vida à Bárbara?
Dina Félix da Costa: Como em qualquer personagem que represento, tento sempre perceber aquela pessoa e, através da minha experiência de vida e o meu conhecimento, dar-lhe vida.

Z: A Bárbara vivia um drama recorrente aos dias que correm, partilhava casa com o ex-marido devido às dificuldades financeiras que tinha. Qual foi a sua principal fonte de inspiração para esta personagem?
DFC: Infelizmente, devido à situação do país, é muito frequente ter contacto com situações complicadas.

Z: A novela reflete, na sua opinião, realmente o que são os dias de hoje?
DFC: A novela ainda está no ar e penso que esta será uma pergunta mais para o espectador do que para mim, que estive tão envolvida no projeto.

Z: Apesar de ter feito algumas participações especiais pelo meio, ‘Os Nossos Dias’ marcou o seu regresso aos papéis longos em televisão. Já sentia saudades do pequeno ecrã?
DFC: Sim. Eu escolhi fazer este papel precisamente porque achei interessante, o projeto em si, e tinha saudades de fazer televisão.

Z: Trabalhar com a RTP é diferente de trabalhar para outra estação?
DFC: O que me move é a qualidade dos projetos. Este tinha qualidade, como muitos outros que fiz noutras estações, também tinham.

Z: Fez parte do elenco de ‘Meu Amor’, a primeira novela em Portugal premiada com um Emmy Internacional. Como reagiu quando soube da notícia?
DFC: Obviamente fiquei contente. É um prémio com um grande reconhecimento internacional.

Z: Participou na série ‘Ele é Ela, um projeto com um enredo bastante inovador. Como foi integrar o elenco da série?
DFC: Foi um projeto diferente, em que estava sempre presente um grande sentido de humor, que a mim me agrada. Também gostava de salientar a ótima relação de trabalho que tive com a atriz Benedita Pereira.

Z: O que faz falta à ficção portuguesa neste momento?
DFC: Não sei. No entanto, penso que o arriscar, inovar e insistir na qualidade da ficção, a todos os níveis, deve ser o caminho.

Z: Perguntas Rápidas:
Maior Vício… A Paz
Livro/Filme/Música/Série Favoritos… ‘As Formigas’ / ‘Amarcord’ / Jazz
Na TV não dispenso… um bom filme
A pessoa que mais admiro é… felizmente são muitas
Não vivo sem… os outros
Não saio de casa sem… a própria chave de casa
Um dia corre bem quando… chego ao fim do dia, faço um destemido inventário e sinto-me bem.

Z: Pergunta Final:
A sua vida dava uma novela? Porquê?
DFC: Eu penso que qualquer pessoa é um ser único e tem muitos motivos, de interesse. Nunca tinha pensado nisso, mas agora que pergunta, sim. Acho que dava uma bela novela.

Entrevista de Ricardo Neto
Revisão de Inês Silva

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