[Raio Z] Entrevista a Diogo Valsassina: “Gosto muito de apresentação, mas representação é outra coisa.”


Estreou-se como ator na novela ‘Jardins Proibidos’ mas foi em ‘Morangos com Açúcar’ que viveu a sua personagem de maior sucesso. Tojó Rochinha foi uma das personagens mais emblemáticas da série de maior duração da televisão portuguesa.
Deixou recentemente a condução do programa ‘Curto Circuito’ e apresenta agora um formato online, ‘Eu tenho um cão de estimação’.

É Diogo Valsassina em mais um Raio Z!

Zapping: Voltou recentemente à representação com uma participação na novela da TVI, ‘Belmonte’. Como recebeu este convite?
Diogo Valsassina: Fiquei contente. Era uma coisa que queria voltar a fazer. E sendo na TVI foi ainda mais interessante, tendo em conta que foi lá que cresci como ator.

Z: Já sentia falta de explorar novamente a sua “veia” de ator?
DV: Claro. Gosto muito de apresentação, mas representação é outra coisa. E foi um final de ano bom, já que estava a gravar a novela e tive também a fazer uma peça de teatro no Porto. Portanto, deu para matar algumas das saudades.

Z: Terminou a sua prestação no ‘Curto Circuito’ depois de vários anos no programa. Que balanço faz da sua passagem pelo formato?
DV: Foi interessante e positiva. Aprendi muita coisa, percebi que conseguia conduzir um programa sozinho e cresci como profissional. Para além do campo pessoal, em que fiz amigos que ficam para sempre.

Z: Como surgiu o convite para apresentar o programa?
DV: Tinha feito uma publicidade para uma marca que era patrocinadora do programa. Os responsáveis do CC viram a publicidade e gostaram. Sabiam o trabalho que eu tinha feito anteriormente e acharam que eu tinha perfil para apresentar o programa, portanto decidiram contactar-me para saber se eu estava interessado. E eu estava obviamente.

Z: Depois de três anos na condução do programa, quais foram as situações mais caricatas que lhe aconteceram?
DV: Sem querer que pareça um “clichê”, mas é realmente difícil escolher um momento no meio de tantos. Foram muitos programas, muitos convidados e muitas situações.

Z: Apresentou também várias emissões dos Festivais de Verão. Como foi esta experiência?
DV: É sempre marcante. Eu sempre fui a festivais. Ter a oportunidade de estar nos festivais a trabalhar e, ao mesmo tempo, ver bandas que admiro, podendo entrevistar essa gente toda, é realmente fantástico.

Z: Hoje em dia já consegue dizer se prefere ser ator ou apresentador?
DV: É difícil. São coisas muito diferentes para poder comparar.

Z: O Tojó da 2ªTemporada de ‘Morangos com Açúcar’ foi a sua personagem de maior destaque na TV. Os ‘Morangos’ foram, de facto, a sua escola?
DV: Foram claro. Cresci a nível profissional e pessoal. Aprendíamos todos os dias, tanto com a equipa técnica como com os nossos colegas mais velhos. Foi fulcral para me tornar a pessoa que sou hoje.

Z: Integrou a banda do seu colega Tiago Castro, como foi fazer parte deste projeto? A música é uma paixão por explorar?
DV: Com o Tiago foi uma brincadeira. Ele convidou-me e eu por curiosidade decidi aceitar. Até porque não me identifico com a música que tocávamos. Eu todos os dias toco. Como toco guitarra, baixo e bateria, divirto-me a gravar músicas em casa. A nível profissional é outra coisa.

Z: Em que projetos o poderemos ver brevemente?
DV: Estou a terminar a segunda série de “Eu Tenho um Cão de Estimação”, que estará disponível brevemente, e tenho um outro projeto que será apresentado brevemente, mas do qual não posso falar.

Z: Perguntas Rápidas:
Maior Vício… música, PlayStation.
Livro/Filme/Música/Série Favoritos… Knightfall/ A Vida de Pi/ Megadeth/ A Teoria do Big Bang, Sherlock.
Na TV não dispenso… A Teoria do Big Bang.
A pessoa que mais admiro é… a minha avó.
Não vivo sem… o meu cão.
Não saio de casa sem… carteira, chaves e telemóvel.
Um dia corre bem quando… quando acordo bem-disposto, o que é difícil, pois tenho um acordar péssimo.

Z: Pergunta Final: A sua vida dava uma novela? Porquê?
DV: Não acho que a minha vida dê uma novela. Numa novela há muita desgraça e confusão e eu tenho tido felizmente uma vida tranquila e normal.

Entrevista de Ricardo Neto
Revisão de Inês Silva

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