Veja como vai ser o primeiro episódio de “Alma e Coração”, a nova novela da SIC

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Alma e Coração

Alma e Coração

Estreia já dia 17 de setembro, “Alma e Coração”, a nova novela da SIC que vai substituir “Paixão” nas noites de segunda a sábado. Cláudia Vieira e Soraia Chaves são as protagonistas desta história.

Leia o resumo do primeiro episódio:

Há 20 anos atrás, Benedita rega a casa de Albano com gasolina. Está muito nervosa mas decidida. Pega fogo à casa.

Numa rua do Porto, Gonçalo está furioso e agride André violentamente. Este não tem reação. Desiludido, Gonçalo afasta-se e André deixa-se ficar caído no chão, de joelhos.

Benedita conduz, desesperada, pelas ruas do Porto. Tenta controlar-se perante a decisão que tomou. No banco de trás ouve-se um bebé.

A casa de Albano arde e várias pessoas assistem, apreensivas. Os bombeiros chegam e tentam combater o fogo.

Muito nervosa, Benedita pára o carro em cima da ponte da Arrábida e tenta ganhar coragem para levar em frente a difícil decisão que tomou.

Albano sofre um acidente violento num cruzamento. É abalroado por um camião e o seu carro capota. Uma testemunha fala ao telefone, horrorizada. Chegam os carros da polícia e do INEM.

No hospital, uma enfermeira entra no bloco operatório com uma caixa que transporta um coração. Júlia está preparada para receber o transplante de coração.

Os polícias encontram o carro de Benedita parado na ponte. Verificam que o carro está vazio e encontram um brinquedo de bebé. Comunicam pela rádio um possível suicídio.

Seis meses antes, Gonçalo, Francisca, André e Benedita divertem-se num iate, no Mediterrâneo. Mergulham no mar e desfrutam do luxo da embarcação. Por eles ficavam ali para sempre.

Pouco tempo mais tarde, chegam a Portofino. É dia de festa na aldeia. Francisca está maravilhada com o local. Gonçalo admite que sente inveja do trabalho de André. Este recorda-o que não é rico, simplesmente leva os barcos de gente rica de um lado para o outro.

Durante a festa em Portofino, os amigos divertem-se. Benedita recorda, nostálgica, os pais por estar grávida. Está decidida a ter o bebé e planeia contar tudo a André quando chegarem à Grécia.

Mais tarde, Benedita vê uma estrela cadente e André sugere que ela peça um desejo. Ali chamam ao fenómeno Lágrimas de São Lourenço. Beijam-se apaixonados e ficam a ver o fogo de artifício.

Na serra de Sintra, uma curandeira faz um ritual de purificação a Albano. Fala-lhe do dia em que será derramado sangue e entrega-lhe uma carta de tarot. Por fim, declara que é o coração que deve pensar e não a cabeça.

Albano fala ao telemóvel com Benedita para saber como estão a correr as férias. Esta conta que estão em Itália e está tudo bem. Albano diz à neta que em Portugal está tudo normal e depois de desligar, atropela sem querer uma raposa. Sai do carro e fica a olhar para o animal morto.

Caminhando pela festa, André conduz os amigos até uma casa e informa-os que chegaram ao destino. Batem à porta e vem um segurança recebê-los.

Já dentro da casa de Giacomo, os amigos estão maravilhados com a festa temática que decorre ali. Giacomo aproxima-se e abraça André. Este apresenta logo os amigos, em especial Benedita, por ser a sua namorada. Enrico leva os sacos deles e olha com cumplicidade para André. Giacomo é acolhedor com eles e leva o grupo para a festa.

Num barco, Enrico e outro homem destrancam uma porta e mandam várias raparigas saírem. Elas estão muito assustadas. De seguida, as raparigas são encaminhadas para um semi-rígido e uma delas pergunta para onde as estão a levar. Quer saber dos documentos e Enrico responde que os passaportes estão consigo para não se perderem, tratando-as com brusquidão.

Na festa, todos bebem shots, exceto Benedita e Gonçalo repara nisso. André sorri para Bruna, uma rapariga brasileira e Benedita goza com ele. Continuam todos a dançar e a desfrutar da festa.

Na manhã seguinte, Benedita acorda num quarto luxuoso e estranha não ver André. Veste-se e sai decidida à procura dele. Vai espreitando para dentro dos quartos e vê várias pessoas a dormir. Vê Bruna a sair da casa de banho com a cara inchada e cheia de nódoas negras. Assustada, pergunta o que lhe aconteceu e Bruna avisa-a para fugir dali enquanto pode e para não confiar em ninguém.

Benedita entra na sala e encontra André a tomar o pequeno-almoço com Giacomo. Vê André a guardar maços de notas dentro de uma mochila e fica confusa. Giacomo convida-a para tomar o pequeno-almoço mas ela recusa pois quer falar a sós com André. Enrico e Giacomo saem e André leva-a dali para falarem à vontade.

Num terraço, Benedita quer saber a verdade e André admite que traz mulheres emigrantes ilegais para Itália a troco de dinheiro. Estas mulheres são obrigadas a prostituírem-se. Benedita fica estarrecida e apesar de André explicar que lhe pagam muito dinheiro não aceita que ele faça isso. Vira costas e André pede-lhe que fique calada pois há mais pessoas envolvidas, inclusive pessoas que ela conhece.

Num matadouro, um trabalhador pergunta aos colegas se virão a sua mulher e um deles responde que ela foi falar com o patrão. No escritório de Albano, a tal mulher veste-se depois de ter sexo com ele. Albano afirma que ainda esse mês vai passá-la para o trabalho de escritório. O seu telefone toca e Albano manda a mulher embora. É André a avisar que Benedita descobriu tudo mas ainda não sabe  que o avô também faz parte da rede de tráfico de mulheres. André pede-lhe que fale com a neta pois ela quer ir à polícia contar tudo.

Benedita aluga um carro e fala ao telemóvel com Albano. Conta-lhe o que descobriu e pede ao avô que lhe compre um bilhete de avião. Este assente mas pede-lhe que não vale a ninguém do que viu em casa de Giacomo. Fica furioso ao saber que ela já falou com a polícia. Desliga e liga a seguir a Giacomo.

Benedita conduz pela serra e circula acima do limite de velocidade permitido. Quer sair dali o quanto antes. Na berma da estrada, Enrico ordena a alguns homens que se despachem a vestir fardas de polícia. Já vestidos, aproximam-se da estrada. Quando o carro de Benedita se aproxima fazem-lhe sinal para que pare o carro e ela obedece.

Francisca e Gonçalo encontram-se com André no iate e perguntam por Benedita. Este explica que discutiu com ela e que Benedita foi embora. Francisca alerta que ele não pode deixá-la ir pois está grávida. André fica perplexo e liga desesperado a Giacomo.

Perto duma falésia, os homens de Giacomo tiram Benedita da bagageira do carro. Ela está muito maltratada. Implora pela sua vida mas eles não respondem e levam-na até à ponta do precipício.

Lá em baixo, um pescador prepara-se para lançar as redes ao mar quando ouve um barulho. É o corpo de Benedita a cair na água que emerge e fica a boiar.

André fala com Giacomo e quer saber se Benedita está viva. Este declara que ele deve preparar-se para enfrentar Albano pois foi uma decisão difícil de tomar. André revela que Benedita estava grávida mas Giacomo não se comove.

Benedita dá entrada no hospital e um dos enfermeiros afirma que ela foi encontrada por um pescador, sem documentos. Os médicos observam-na e tratam as suas lesões, sem grande esperança que sobreviva. Subitamente, ela começa a respirar e todos ficam aliviados. O pior já passou.

Benedita é trazida por paramédicos num avião militar para Portugal. Está em coma e Albano e André acompanham a operação. André declara a Albano que não sabia que ela estava grávida.

Durante meses, Benedita, em coma, é tratada por uma equipa médica e a sua barriga vai crescendo normalmente. Albano fala com o médico, não percebe como é que a gravidez continua com ela em coma e dá indicações para que desliguem as máquinas de suporte de vida, depois do bebé nascer.

Quando menos esperam, Benedita acorda do coma. Francisca fica petrificada tal como Albano. A médica tenta acalmar Benedita que está muito confusa. Nesse momento, ela entra em trabalho de parto e as águas rebentam. Enquanto está em trabalho de parto, Benedita recorda em flashes tudo o que aconteceu em Itália. Dá à luz uma menina.

Uma semana mais tarde, já em casa, Benedita revela ao avô que sabe muito bem o que lhe aconteceu. Culpa André e quer ir à polícia fazer queixa. Albano tenta fazê-la desistir da ideia e sugere-lhe que trate da filha mas ela não consegue.

Numa esplanada, Francisca conversa com André. Está preocupada pois ninguém sabe que namoram e não sabe como vai ficar a relação deles agora que Benedita acordou. André assegura que nada vai mudar e que devem assumir a relação que têm.

Benedita está revoltada com o avô por este não a defender e quer que se faça justiça. Albano sai e deixa o telemóvel esquecido. Quando o telefone toca, Benedita vê o nome de Giacomo no telemóvel do avô e percebe que este faz parte da rede de tráfico. Fica chocada mas disfarça.

Gonçalo encara André, furioso. Já sabe que ele e Francisca estão juntos e apesar das explicações de André de que não foi nada planeado, Gonçalo agride-o.

Em casa de Albano, Benedita entra na cozinha e despeja gasolina pela casa toda. A seguir vai para a sala e, nervosa, acende um fósforo e deita fogo à casa. Sai apressada. Com a casa a arder, Benedita entra no carro e olha para a filha na alcofa. Declara em voz alta que espera que um dia ela a perdoe por tudo.

Num restaurante, Albano recebe uma chamada a alertá-lo de que tem a casa a arder. Sai apressado.

Benedita abandona a filha à porta de um lar de acolhimento. Chora de tristeza enquanto um padre leva a bebé para dentro da instituição. O seu telemóvel toca mas ela não atende a chamada do avô.

Albano atira o telemóvel para o banco do carro, cheio de raiva. Pára num semáforo para deixar passar uma ambulância. Lá dentro, vai Júlia ligada a um monitor cardíaco. O paramédico conforta-a dizendo que por estar numa situação tão grave está em primeiro na lista para transplante. No entanto, Júlia acha que é o seu fim.

Desorientado, Albano conduz enquanto atende uma chamada de André. Acelera e é atingido por um camião. O seu carro capota e o camião tomba com a violência do embate.

Na ponte da Arrábida, um agente da polícia dá indicação para tirarem o carro de Benedita dali. Não sabem do condutor e há uma equipa de buscas à procura do corpo no rio.

Júlia entra no bloco operatório e quer saber de quem é o coração que vai receber. O médico não sabe muita coisa, só sabe que é de um homem que morreu num acidente de carro.

No corredor, um médico entrega a caixa com o coração para Júlia a uma enfermeira que o leva de imediato para o bloco operatório. Já anestesiada, Júlia está pronta para receber o coração e os médicos procedem ao transplante.

No terminal ferroviário, Benedita está decidida a desaparecer. Corta o cabelo e pinta-o de outra cor. Chora e deita a sua identificação fora no lixo. Ao fazê-lo, deixa cair uma fotografia sua com os pais e fica ansiosa.

No hospital, Júlia já acordada depois da operação, diz que sente o coração a bater muito depressa. O médico diz que é normal. Júlia sente-se esquisita por ter o coração doutra pessoa.

No autocarro, uma senhora conversa com Benedita que já tem outro visual. Esta intitula-se de Diana e afirma que não é dali e que só veio ao Porto passar uns dias. Da janela, Benedita vê o aparato na ponte e o seu carro a ser rebocado.

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