Warner Bros compra Eyeworks


O grupo Warner Bros Television assinou um acordo para adquirir todas as empresas ligadas à produtora Eyeworks. A empresa produz para os EUA, para 15 países em da Europa, América do Sul, Austrália e Nova Zelândia.

O negócio adiciona 13 novos territórios ao grupo de empresas de produção da WBTV. Com sede em Manhattan Beach, a Eyeworks EUA, dirigida por JD Roth e Todd A. Nelson vai permanecer independente .

Fundada em 2001 na Holanda por Oerlemans, a Eyeworks é uma produtora independente internacional e de distribuição de conteúdo guionado e não-guionado programado em cerca de 150 países. Entre as suas produções estão formatos como “QI – Quem é o Mais Inteligente” (TVI) ou “Extreme Makeover ” (SIC Mulher).

«A nossa proposta de aquisição da Eyeworks  e 15 empresas locais de produção representa um passo significativo na nossa estratégia, fortalecendo ainda mais a Warner Bros numa escala da televisão mundial», disse Kevin Tsujihara , presidente da Warner Bros Entertainment.

Para Eyeworks este é um passo em direção ao objetivo para ser um player importante na produção de conteúdo em todo o mundo.

A aquisição deve ser concluída brevemente, estando apenas a aguardar as aprovações dos reguladores de mercado.

Com este passo, a Warner pretende ombrear com as grandes produtoras de entretenimento mundiais como Fremantle, Shine e Endemol.

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  • Vera

    O que sei sobre essa produtora de vídeos é que está instalada, como muitas outras, alias,em zonas estritamente residenciais, nos bairros do Pacaembu, Perdizes, Sumare e adjacências, causando frequentemente transtornos aos moradores das ruas onde estão instaladas irregularmente, já que funcionam 24 horas e o ruído de carros, e conversas é quase ininterrupto avançando madrugada adentro, sem falar nas vans e outros veículos que são estacionados durante o dia todo em ruas estreitas não preparadas para serem estacionamento a ceu aberto, dificultando a entrada e saída de seus moradores que pagam altos impostos para viverem em paz. O que mais causa indignação é que se trata de empresas estrangeiras e a pergunta que fica é: será que se uma empresa brasileira se instalasse irregularmente num local proibido no Exterior isto seria tolerado?

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