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Cláudio Ramos ambiciona mais: «Eu sou talhado para o daytime»

cláudio ramos

Cláudio Ramos

Cláudio Ramos tem andado nas luzes da ribalta depois de ter aceitado o desafio de Cristina Ferreira para co-apresentar “O Programa da Cristina”.

Dado ao seu sucesso, a imprensa especializada tem dado como certo o interesse da TVI pelo apresentador.

«Acho que as pessoas do meio olharam finalmente com olhos e pensam ‘Épa, afinal ele sabe fazer umas coisas!’. Acho que talvez o facto de ver reconhecido o meu trabalho me envaideça, mas não que mude nem tolde o meu caminho. Eu sei separar muito bem as águas na altura de sorrir com as mais valias que nos dá estar num projeto vencedor onde confiam em nós, para depois lidar com o outro lado», conta Cláudio Ramos à revista TOP!

Nesta entrevista à TOP!, Cláudio Ramos anuncia ainda o seu desejo de fazer mais em televisão: «Sinto que tenho muito para fazer em televisão. Se dependesse de mim, o que me aconteceu agora teria acontecido há dez anos para eu ter mais tempo para desfrutar e organizar», sem se esquecer que Cristina Ferreira foi muito importante para o seu ‘salto’. «Sinto que há mais atenção em cima de mim, que se olha mais para mim. Muitas vezes pelo trabalho que faço, mas muitas vezes também porque estou ao lado da Cristina e, olhando para ela, acabam por olhar para mim. Eu tenho muito a noção da realidade. Na minha vida ficam constantes as coisas e as pessoas que são da minha vida de verdade. Essas não mudam conforme o projeto. Nunca!»

«Eu sou bom profissional desde que aqui cheguei, não sou só agora. Eu fiz o “SIC 10 horas”, o “Fátima”, o “Vida Nova”, o “Capa de Revista”, o “Queridas Manhãs”, o “Querida Júlia”, o “Rosa Choque”, o “Olhó Vídeo”, o “Contra Capa”, o “Passadeira Vermelha”… com o mesmo empenho e profissionalismo que faço agora “O Programa da Cristina”, e por isso me foram buscar. Porque sabiam que eu era um profissional responsável. Fui aprimorando como se deve fazer.»

«Este ano foi importante e o próximo será também. Eu sou talhado para o daytime, é o que gosto de fazer, é onde me sinto bem. Gosto de entreter como faço ali ou num outro registo como no Passadeira»

Ainda assim, o apresentador considera que está «longe de se imaginar primeira figura da televisão» e «nem sequer tem essa ambição».

«Quero fazer bem e crescer. Isso sim!», termina.