“Jogo Duplo”: Resumo dos próximos episódios

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Episódio 189 (6 a 12 de agosto)

João reúne com Manuel e Susana para se inteirar do negócio do petróleo. Manuel sai, deixando Susana encarregue de dar todas as informações que João solicite.

João pergunta a Susana a razão de ela ser agressiva com ele e ela conta-lhe que João matou o seu irmão, em Macau. Helena diz a Catarina e Rodrigo que vai sair para uma reunião com João, deixando os dois jornalistas preocupados

João diz a Helena que a chamou para falar sobre lealdade, e pergunta-lhe se o informaria, caso tivesse com ela algo que o comprometesse.

Helena fica nervosa, mas responde-lhe que além de honesta, sempre foi leal aos seus empregadores e insinua que não é fácil de quebrarAfonso conta a Maria João que propôs um negócio a Teodoro para criar um alibi.

Maria João diz que vão ter de deixar de se ver por uns tempos porque Manuel anda desconfiado.

Alexandre vai falar com Teresa e pede-lhe que não desista de lutar pela relação deles, mas Teresa diz que não pode, porque está apaixonada por outra pessoa e Alexandre vai embora de coração partido.

Sérgio pede Sílvia em casamento com um anel improvisado e ela aceita, muito comovida.

À noite, Helena conta ao marido que João sabe que ela tem a foto e Vítor fica preocupado. Helena diz que se existir algum rasto da foto, será no computador do trabalho e saem os dois para a redação.

João diz a Rodrigo que Helena fingiu não saber de nada da foto e pergunta a Rodrigo se confia em Catarina.

Rodrigo diz que Catarina não teve oportunidade de colocar a foto no computador de Helena. João pensa que Helena deve ter mostrado a foto ao marido e que não lhe resta outra alternativa, senão esperar pela próxima jogada. Marta pede desculpa a Rafael e pede-lhe que volte para ela, mas Rafael diz que já alugou um quarto, na rua de Clara, e Marta acusa-o perseguir Sandra.

João conta a Margarida que Diogo vai casar com Gabriela e ela diz que todas as amigas já estão casadas, mas que eles continuam assim, a ver de longe, ficando ambos calados, num silêncio constrangedor.