“Onde Está Elisa?”: Resumo dos próximos episódios

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Episódio 12 (1 a 7 de outubro)

Rui está sentado à sua secretária, tem o computador ligado, mas está distraído, Constança entra. Senta-se à frente de Rui e falam sobre o sangue encontrado nas roupas de Gonçalo. Rui acusa Gonçalo de mentir, Constança pergunta-lhe se ao fim destes anos todo não escondeu nada a Francisca. Rui diz que não sabe do que está a falar. Constança pergunta-lhe se a secretária Joana não lhe tem andado a aquecer a cama. Rui olha-a estupefacto.

Francisca continua ao telemóvel com Ana e diz-lhe que ela e os leitores não sabem por aquilo que está a passar. Francisca acusa-a de só ter publicado mentiras. Ana pede-lhe desculpa e que pode confiar nela, que pode falar. Francisca está exausta, mas aceita falar com Ana.

Na sala de reuniões da PJ, Carlos diz que a imprensa tem informações que só eles têm acesso, portanto a informação saiu dali. Espera que o culpado ou culpada venha falar com ele. A Procuradora emitiu um comunicado quanto ao sucedido.

No café Caligari, Joana e Alexandra estão a falar ainda do caso de Elisa. Manuel tenta inserir-se várias vezes na conversa. Ao sair, Alexandra repara no póster para a noite de poesia erótica, diz que vai marcar na sua agenda. Manuel diz-lhe que ainda têm inscrições abertas, mas ela diz que prefere ouvir e, pergunta se Joana já se inscreveu.

Em casa dos Menezes, Ana entra e troca um olhar com Francisca. Ana vê o livro de poesia erótica e pergunta se é de Francisca, ela diz que é de Rui. Ana comenta que um amigo dela, o Manuel, tem um café-bar cultural, que recebe um subsídio da Fundação e, faz saraus de poesia e, que por acaso vai haver nessa semana uma sessão de poesia erótica nesse café. O café-bar fica perto do atelier de arquitetura de Cascais. Francisca fica interessada, pede a Ana para se retirar, esqueceu-se que tinha que fazer umas coisas.

No gabinete da PJ, Carlos está junto ao computador, com vários documentos relacionados com o caso Elisa em cima da secretária. Raquel está junto ao quadro branco com as fotografias e informações e olha-o, pensativa. Júlio entra a anunciar que Francisca Menezes está nas instalações. Carlos desloca-se para outra sala com Francisca.

A mãe de Elisa mostra-lhe o atestado médico falso e, diz que a filha não é de mentir. O inspetor Carlos diz que a partir de uma idade os filhos têm segredos, é normal. Francisca diz que para faltar uma semana às aulas, é porque é mais do que um segredo. Pergunta-lhe se tem filhos, Carlos afirma que já faz dois anos que a sua mulher e filha foram assassinadas. Logo de seguida arrepende-se de ter falado sobre esse assunto com ela. Em seguida, Francisca mostra-lhe o livro de poesia erótica de Elisa e, explica que é o café de um rapaz a quem a Fundação de Rui atribuiu um subsídio cultural.

Na Fundação, ainda no gabinete de Rui, este finge surpresa perante a acusação de Constança. A irmã diz que é capaz de tudo para proteger o seu filho e, Rui diz-lhe que é maluca e não tem nada com Joana. Constança diz-lhe para ter cuidado, como ela descobriu, nunca se sabe se amanhã não poderá a ser Francisca. Constança sai e Rui fica perturbado, não esperava tal confronto.

Carlos entra no café Caligari e, aproxima-se do póster. Manuel pergunta-lhe se gosta de poesia erótica, Carlos levanta o distintivo e diz que quer falar sobre esse encontro. Manuel confessa que esteve uma vez com Elisa, mas não tem a certeza se era ela e, que foi numa festa da Fundação. Carlos pergunta-lhe se ela esteve no café, Manuel diz que não sabe, porque apenas a conhecia, não assim tão bem e, que era melhor definir o conceito de “conhecimento”. Carlos diz-lhe que um polícia normalmente já pergunta aquilo que sabe, o que lhe interessa são as reações e não a resposta. Manuel fica intimidado. Carlos pede a lista de participantes, Manuel diz que não tem, é algo informal. Carlos pede-lhe que se acalme para falar como deve ser com ele, como uma pessoa normal.

Constança e Zé Pedro estão na Fundação, ele pergunta-lhe o que disse a Rui. Constança diz que contou tudo, mas não como soube do caso com Joana. Zé Pedro pede-lhe que tenha atenção, porque Rui pode vir a descobrir tudo e ficam os dois a perder. Refere ainda que aquilo que Rui está a fazer, é o mesmo que Constança faz ao marido de cada vez que vai para a cama com ele. Constança fica incomodada e espera que Francisca não descubra está a ser enganada.

Francisca entra na Fundação e Joana recebe-a com um sorriso. Rui, Constança e Zé Pedro saem dos gabinetes vendo as duas juntas. Constança esboça um sorriso nos lábios, Zé Pedro fica atrapalhado, Rui congela. Constança diz a Francisca que se precisar de apoio pode passar o tempo que quiser na Fundação, eles estão ali para a apoiar. Rui está tenso e Constança sente-se triunfante.

Carlos e Manuel continuam a conversar no café. Carlos pergunta se foi ele quem ofereceu o livro de poesia erótica. Manuel nega. Ana chega ao café e, Carlos sugere a Manuel irem conversar para um local mais privado, acabam por sair do café deslocando-se para a PJ. Ana vai à mala buscar o telemóvel.

Em casa dos Menezes, Francisca fala a Rui sobre o falso atestado médico que Elisa entregou à escola, quando faltou à escola durante uma semana. Francisca começa a procurar pistas no computador da filha. Rui pergunta-lhe como é que soube e porquê que não lhe contou nada. Francisca diz-lhe que soube no dia anterior quando falou com a diretora e, com a situação do Gonçalo não teve oportunidade.

Rui diz-lhe que tinham combinado não omitir nada entre eles e pergunta-lhe onde está o atestado médico. Francisca diz-lhe que entregou ao inspetor Carlos e, que vai investigar quem foi o médico que passou aquele atestado. Rui fica chateado, questiona-lhe porquê que foi falar com o inspetor em primeiro e não com ele.

Francisca fica chocada com a reação do marido. Discutem, pois Rui não quer que a mulher se volte a encontrar com o inspetor sozinha. Enquanto discutem, as filhas Carolina e Patrícia ouvem tudo.

Carolina está em lágrimas e Patrícia tenta acalmá-la, explicando que os pais estão muito nervosos com a situação de Elisa. Francisca e Rui continuam a discutir em relação ao inspetor Carlos. Rui faz-lhe uma carícia no cabelo, mas Francisca diz-lhe para a deixar.

Na sala de interrogatório, Manuel está sentado numa cadeira, nervoso enquanto conversa com Carlos. Diz ao inspetor que lhe disse tudo o que sabia. Júlio entra para recolher impressões digitais. Carlos diz a Manuel que Júlio é como um polígrafo e deteta mentiras através das reações das pessoas. Manuel olha aterrorizado para os dois.

Na casa dos Frazão, Olívia está com Rosa, Inácio chega a casa juntamente com Alexandra e pergunta se há espaço para mais uma. Sebastião sai, vai ter com uns amigos. Olívia reprime o marido por este não ter impedido o filho. Inácio diz que Olívia também não fez nada. Inácio vai buscar aperitivos, Alexandra comenta que gosta do colar de Olívia, esta agradece. Alexandra não afasta o olhar do peito de Olívia, incomodada, ajeita a camisa para ficar mais tapada. Alexandra sorri, gosta de a pôr nervosa.

Em casa dos Pires, Bruno chega a casa, os filhos já estão prontos para começar a comer, mas Constança não está em casa, ele pergunta por ela, mas ela só disse para irem comendo. Bruno liga à mulher.

Na PJ, Manuel continua na sala de interrogatório, frustrado e sozinho. No corredor, Ana exige explicações a Raquel. Júlio aparece com uma pasta na mão e informa Raquel que já têm os resultados. Ana pergunta se tem algo a ver com Manuel e diz que lhe estão a esconder coisas. Raquel afirma que estão a omitir-lhe informações, é o que se chama de segredo de justiça.

Na casa dos Frazão, Alexandra, Olívia e Inácio jantam. Inácio conta uma história da sua mulher. Alexandra faz olhares matreiros a Olívia. Inácio vai à casa de banho, deixando-as sozinhas. Alexandra coloca a mão sobre a de Olívia, esta retrai-se e diz que ali não. Alexandra fica ofendida, mas tenta novamente. Olívia recusa, diz que o marido pode aparecer a qualquer momento. Inácio chega com a écharpe na mão, tanto ele como Olívia insistem para que Alexandra experimente-a. Ambos dizem que lhe fica bem, Olívia oferece-lhe a écharpe.

Carlos entra na sala de interrogatório com a pasta na mão, diz a Manuel que já têm os resultados e pergunta-lhe se sabe o que vão encontrar. Manuel diz que não vão encontrar nada dele porque não foi ele que deu o livro a Elisa. Carlos admite que não encontraram nada e, diz que é estranho num livro não haver uma única impressão digital. Diz que alguém limpou o livro, Manuel diz que provavelmente Carlos terá que procurar por outro tipo de vestígios, como: sémen, sangue, cabelos, fibras… Carlos diz que há outra possibilidade e está diante dos olhos de Manuel. Carlos diz que ele deve ter apagado as impressões digitais para desviar as atenções dele. Manuel diz que não fez nada e não ofereceu o livro a Elisa. Carlos pergunta-lhe porque ainda não parou de ter um comportamento tão nervoso, ao que lhe responde que está confuso. Carlos sugere que arrume a cabeça porque não vai sair dali enquanto não lhe der uma resposta.

Constança chega a casa e, Bruno questiona-a onde andou. Ela diz que esteve numa reunião, Bruno não quer que os filhos assistam a outra discussão, por isso não diz mais nada. Constança dirige-se para os quartos, Bruno fica desconfiado e irritado.

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