Ivo Canelas não diz «nunca», mas não se imagina a fazer novelas


Ivo Canelas não fecha a porta a participar numa novela, no entanto tem conseguido fugir a este género de ficção por considerar que é tudo feito muito depressa.

Já o género série é  «um formato que permite mais tempo e um rigor maior. Não é o tempo ideal, mas, sim, o formato de série e filme oferece mais tempo do que uma novela», confessou à Notícias TV.

Sem nunca ter feiro novelas, o ator refere no entanto que já participou em produções de longa duração. «Já fiz séries anoveladas! Lembro-me por exemplo do “Olá Pai”, na TVI».

Questionado várias vezes se foge das novelas, Ivo Canelas é perentório: «Aqui, em Portugal, parece que há uma coisa qualquer com as novelas que eu não percebo… E até chega a ser giro. [sorri] No Brasil, o ator faz novelas e filmes e está tudo bem, não tem mal. Aqui, por qualquer razão, parece que há mal… Parece que se é dos bons ou dos maus consoante se faz ou não novelas».

A longa duração que tem uma novela é o maior entrave à participação: «É um produto como outro qualquer, que tem as condicionantes que têm outros produtos», diz ainda à NTV e acrescenta que neste tipo de ficção não gosta «do tempo que o projeto novela tem. Não gosto dessa velocidade. Acho difícil encontrar espaço para detalhes e subtilezas».

Apesar de todos os contras, caso se propicie, fazia uma novela «como outra coisa qualquer» e afirma que deixa «sempre a porta encostada» para esta questão.

Miguel Guilherme, Filipe Duarte, Rita Blanco ou Diogo Infante são atores que normalmente estão afastados por opção do formato telenovela. Ivo Canelas mantém, à NTV que não é por uma questão de preconceito que ainda não cedeu: «Não tenho preconceito nenhum em fazer novelas. Se as pessoas forem profissionais, não tenho preconceito nenhum».

Sem novelas no currículo, Ivo Canelas já experimentou, porém, todos os géneros de séries. Desde as dramáticas como “Liberdade 21”, às de ação como “Conexão”, passando pelas de comédia como “Fura Vidas” e até as históricas como “Perdidamente Florbela”.

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