“Conta-me Como Foi”: Resumos dos episódios

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O “Conta-me Como Foi” está de regresso 10 anos depois com novos episódios. 

A saga da família Lopes parecia ter encontrado uma conclusão a 25 de Abril de 1974… Mas retoma agora, passado uma década, para encontrarmos os nossos velhos conhecidos a viver o turbilhão que é o País nos anos 80: A década em que Portugal se modernizou, entrou para a CEE e, em muitos aspetos, se tornou no País que conhecemos hoje.

Saiba o que aí vem:

Episódio 3 (21 de dezembro de 2019)

Nos anos 80 um novo espírito de aventura nascia no imaginário de todos os portugueses e nenhuma prova despertava mais interesse do que o Paris-Dakar.

Margarida está desanimada por receber poucos clientes na loja e desabafa com António. Na Francesinha, conversam com Zé que diz ter uma solução: um conhecido seu tem uma fábrica que produz calças para a Lois Vitton e Levi’s. E diz a Margarida que os adolescentes querem é comprar roupas de marca.

Carlos precisa que a mota seja reparada. No mecânico, Paula diz-lhe que tem de ser o pai a resolver o problema e que só no dia seguinte ficará pronta, recomendando-lhe uma pensão para ele passar a noite.

Toni encontra-se com Antunes, o PJ que lhe entrega a lista de nomes das FP-25.

Paula convida Carlos para fazerem uma corrida. Paula conduz como se estivesse num rally e revela que o pai não a deixa participar em corridas. Os dois beijam-se.

Bruno mete-se com Susana, deixa-a dar uma volta na bicicleta BMX em troca de um beijo. Susana, muito despachada, beija-o e pega na bicicleta. Hermínia vê e manda-a para casa.

Virgílio recebe António e Margarida na fábrica. Mostra-lhes as calças de ganga, mas Margarida percebe que o vestuário é contrafação. Comenta com António e decidem ir embora.

A mota de Carlos está pronta. Paula acha que ele devia voltar para Lisboa, pois não é a fugir que se resolvem os problemas.

Cardoso vê a lista dos FP-25. Toni reconhece um deles, foi seu companheiro de regimento em África, e conta que era o responsável pelos explosivos.

Carlos chega a um café no Alentejo, entra e aproveita a pausa para uma reflexão. É nesta que Carlitos decide escrever um livro sobre a sua família. Senta-se, tira uma caneta do bolso e um guardanapo e escreve o título “Conta-me Como Foi”.

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