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Mau ambiente entre atores de “Destinos Cruzados”

Destinos Cruzados

Mau ambiente entre atores de “Destinos Cruzados”

Após terem saído algumas noticias na imprensa especializada que davam a conhecer o mau ambiente vivido entre algumas estrelas de “Destinos Cruzados”, a TV Guia desta semana vem confirmar este facto.

Segundo a revista , Rita Pereira e Nuno Homem de Sá têm vindo a mostrar tensos nos bastidores da novela de António Barreira, evitando trocarem qualquer palavra.

«Não está a ser fácil. Eles não se entendem desde que o Nuno disse que na novela existiam muitas mulheres e muitas estrelas. A Rita ficou ofendida e, desde aí, as coisas nem sempre correm bem», explica uma fonte próxima da produção.

O mau ambiente vivido em nada tem afectado o andamento das cenas da novela: «Apesar de tudo, são profissionais e fazem as cenas à primeira. Só que quando acabam nem falam um com o outro», conta a mesma fonte.

Confrontado pela TV Guia, Nuno Homem de Sá não quis tecer qualquer comentário. No entanto, o ator confessa: «Isto tem um elenco fortíssimo de mulheres… e de homens… e não é pera doce para a produção atender a tantos desejos, tantas vontades. Eu já estou habituado.»

Mesmo assim, o Humberto de “Destinos Cruzados” desabafa, sem referir qualquer nome: «Há pessoas que são atores e há pessoas que deviam ser mais humildes. Quando há muitas mulheres todas querem a mesma atenção. Não é fácil dá-la a todos por igual. E há umas que querem o que não merecem».

E vai mais longe: «Não ligo a estrelas, nunca liguei… nem aturo. Não colaboro com certas situações. Nunca colaborei. Não aturo certas coisas. Mas não faço a vida negra a ninguém. Mas também não gosto que me deitem abaixo», explica.

Apesar destes problemas, Nuno Homem de Sá mostra-se feliz por regressar à televisão:
«Estou a gostar muito de fazer esta novela. Estou a trabalhar com pessoas muito boas, como a Alexandra, o Virgílio, a Rita Loureiro, a Marina Mota… e que trabalham muito mais do que eu.»

«Passo bem sem ser estrela. Não sou exigente, não faço a produção perder a cabeça. Trato todos com profissionalismo. O que faço todos os dias é vir gravar, fazer o meu trabalho e, depois, volto para casa, para a minha família. Isso é o mais importante», conclui