“Onde Está Elisa?”: Resumo dos próximos episódios

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Episódio 11 (1 a 7 de outubro)

No café Caligari, Manuel prepara-se para responder, mas vê Alexandra e Inácio a entrarem. Sentam-se e Alexandra propõe ligarem a Olívia, assim podem jantar os três. Inácio diz que é melhor não, devido à situação de Sebastião, ainda por cima Rosa está de folga. Ana comenta com Manuel que ali deve haver caso. Ana cumprimenta-os e Inácio pergunta a Alexandra de onde a conhece, que aquela é a jornalista que escreveu aquelas notícias. Levanta-se e dirige-se a Ana, pergunta como é que ela soube da detenção de Sebastião, que foi devido a drogas e nada tem a ver com o desaparecimento da prima. Ana tenta ter mais informações, mas Inácio vai-se embora com Alexandra e diz à jornalista que lhe mete nojo. Manuel pede a Ana que volte para a redação por estar a espantar os clientes. Ana recebe uma chamada, fala baixo e rabisca qualquer coisa no seu bloco de notas.

Em casa dos Pires, Bruno e Constança dizem ao filho que vão ter que conversar. Querem saber o que aconteceu e perguntam se a polícia lhe fez um interrogatório. Gonçalo responde que já disse tudo o que sabia e que o inspetor só lhe fez umas perguntas.

Carlos está no seu lugar habitual, já um pouco embriagado. Júlio senta-se ao seu lado, diz-lhe que já voltou aos velhos hábitos, que Elisa desapareceu há duas semanas e Carlos já está nos copos. Júlio diz que falta uma hipótese, ela pode ter ido para o tráfico e sugere o bar de strip de Yuri, mas depois diz que não faz sentido. Carlos não descarta essa mesma ideia.

O inspetor Carlos entra no bar de Strip, chamando a atenção de Yuri e de Elena, que está no palco e quase perde o equilíbrio no varão. Carlos diz que quer falar com Yuri e pergunta-lhe se foram os sócios dele, se tem algo a ver com o desaparecimento de Elisa. Vânia observa tudo nos bastidores, pega no telemóvel e liga a um número.

Ana está sentada numa mesa, no café Caligari, com o computador aberto e o telemóvel em cima. Sandra está no balcão e Mário entra, vai ter com Ana. Mário e Ana falam sobre as várias hipóteses para haver sangue de Elisa na roupa de Gonçalo. Mário pergunta se o informador de Ana não lhe disse mais nada. A jornalista diz que não, a sua fonte tem acesso limitado aos pormenores da investigação. Mário liga à gráfica para ainda conseguirem colocar aquela notícia na primeira página da edição da manhã.

Olívia e Inácio fazem perguntas a Sebastião, este pede-lhe que o deixem em paz, assim como fizeram os inspetores. Olívia diz que como família, têm que se manter unidos, Sebastião diz que nunca foram unidos e vira costas. Inácio diz a Olívia que o filho está a mentir. Olívia defende Sebastião, mas Inácio lembra que o filho ainda não parou de lhes mentir. Olívia diz que Sebastião não tem culpa de estar apaixonado pela prima e, esta por ele. Inácio pergunta-lhe como é que sabe que Elisa gostava de Sebastião. Ela hesita, mas afirma que encontrou uma carta dela. Inácio fica surpreendido.

À beira-rio, numa zona deserta e sem carros, Carlos para o seu carro. Abre o porta-bagagens e ajuda Yuri a sair, atira-o para o chão e saca da sua arma. Yuri diz que o que ele está a fazer é contra docente, Carlos exige-lhe nomes, tudo o que tenha a ver com redes de tráfico. Yuri pergunta se tem a ver com o desaparecimento da rapariga, Carlos questiona-lhe de imediato o que é que ele sabe. Yuri diz que só sabe aquilo que ouve nas notícias. Carlos acusa-o de a máfia russa ter matado a sua mulher e filha. Um pouco mais longe, por detrás de contentores, Júlio observa e tira várias fotos de Carlos e Yuri. Júlio vê uma fotografia nítida de Carlos com a arma na mão, que se percebe que está agressivo para com Yuri. Júlio sorri.

Na casa dos Frazão, Olívia tem uma expressão triste na cara. Inácio está incrédulo com o que ouve. Exige que a mulher lhe mostre a carta, mas ela diz que não pode, confessa que a queimou com receio que voltassem a fazer uma rusga e a encontrassem. Inácio diz que foi estúpido porque destruiu uma prova, Olívia diz que o fez para proteger o filho. Inácio não concorda, diz que essa carta provava que Sebastião não forçou Elisa a nada, porque estavam os dois apaixonados e, Rui ia perceber que Elisa também tinha culpa no cartório.

Olívia reflete e diz que não pensou dessa forma, Inácio diz que ela nunca pensa corretamente. Sebastião entra na sala com a caixa nas mãos e exige saber onde estão as suas coisas, que quer tudo de volta. Olívia pede-lhe calma e para falarem a sós no seu quarto. Olívia coloca a mão no braço do filho, mas este liberta-se com um movimento brusco. Inácio assiste enquanto bebe um copo de whiskey, olha para Olívia, como se esta merecesse o que lhe está a acontecer.

Já no quarto de Sebastião, este exige saber onde está a carta que Elisa lhe escreveu. Olívia diz foi para o bem dele, que tinha receio que os inspetores fossem lá a casa e a encontrassem, achando que por estar apaixonado pela Elisa, podia ter sido um ato rancoroso. Sebastião diz que a mãe não tinha direito de fazer tal coisa, era a única prova que tinha que Elisa gostava dele.

Sebastião manda a mãe sair do seu quarto, esta tenta justificar-se, mas o filho agarra-a pelo braço e põe-na fora do quarto. Olívia está devastada e vai para a sala onde ainda está o marido. Inácio pergunta-lhe se pela primeira vez ele e o filho estão de acordo e, pergunta como é que Sebastião reagiu ao que a própria mãe lhe fez. Olívia sai de casa, diz que precisa de apanhar ar e não lhe informa para onde vai. Inácio liga a Alexandra.

Alexandra está a dar uns toques finais numa pintura que se parece com Olívia. O telemóvel toca e ela vê que é Inácio, põe no silêncio e não atende. Continua a pintar.

Inácio continua a beber o seu whiskey, indignado. Lembra-se de uma conversa que teve com Alexandra sobre o seu casamento, de como as coisas já não são como eram, que sente a mulher cada vez mais longe, que já não decidem nada juntos nem mesmo sobre Sebastião.

Yuri chega ao bar de strip com o cabelo desgrenhado e com a roupa amachucada. Apoia-se no balcão e pede um vodka, Vânia pergunta-lhe se foi o inspetor.

Carlos ainda está com a mesma roupa, estendido na cama, quando vê Margarida, a sua mulher. Tem um diálogo com ela, pergunta por Carla. Margarida diz que está do outro lado da porta, ao abrir, está Elisa. Assustado Carlos diz que aquela não é a filha deles. Entretanto vê Carla sentada na cadeira do quarto, ao fazer-lhe uma carícia na cara, vê uma gota de sangue que cai para cima do vestido, ao afastar a mão, vê que a tem coberta de sangue. Carlos acorda bruscamente e assustado.  Olha para as mãos e estão limpas, a porta está fechada. Levanta-se da cama e sai. Chega à sala, liga o interruptor, a sala está vazia.

No Loft, Alexandra terminou a pintura, pega num copo de vinho e contempla-a. Tocam à campainha. Pensando que é Inácio, respira fundo e vai até à porta, dizendo que se não atende é porque não quer falar. Ao abrir a porta, é Olívia. Ficam a olhar uma para a outra em silêncio. Olívia vê a pintura dela, aproxima-se e Alexandra vai atrás. Olívia volta-se para ela e, sem dizer nada, aproxima-se e beija-a apaixonadamente. Avançam até Alexandra encosta-la ao cavalete, beijam-se de forma cada vez mais intensa e, sem nada que as perturbe, deitam-se aos beijos.

Carlos, com ar de ressaca, está reunido com Tiago, Raquel e Júlio, junto ao quadro branco, onde escreve elementos e movimentos de Elisa e dos dois primos. Discutem sobre o que aconteceu e, Carlos diz que se o que os miúdos dizem for verdade, não têm nada sobre o caso de Elisa. Tiago aconselha-o a não interrogar menores sem a presença de um advogado e, questiona como é que esses interrogatórios foram parar ao jornal se eram confidenciais.

Matilde olha pela janela e chama a mãe, a porta de casa está cheia de jornalistas. Beta entra com o jornal e o pão, entregando o jornal a Constança. Na Manchete diz que a PJ andou a investigar os primos de Elisa e, tem fotografias de ambos. Matilde questiona a mãe como é que vão contar isso ao Gonçalo. Constança afirma que com calma.

Na casa dos Frazão, Olívia lé a manchete do jornal, está nervosa. Inácio olha para ela atento. Sebastião está sentado no sofá. O telefone fixo toca, mas Inácio desliga. Comentam que não conseguem sair de casa com tantos jornalistas à porta. Sebastião diz que não vai à escola. Inácio diz que é melhor não sair de casa por segurança, pode ser perigoso.

Na vivenda Menezes, vários jornalistas estão junto aos portões. Rui surge atrás dos portões com o carro. Os jornalistas tentam chegar ao seu alcance para lhe fazerem perguntas. Rui acelera para que os jornalistas abram caminho, distante, Rui vê Ana a observá-lo e lança-lhe um olhar.

Manuel está ao balcão no café Caligari, a ver televisão e abana a cabeça. Joana entra com o jornal nas mãos e atira para cima do balcão, furiosa com Manuel. Questiona-lhe como deixou a amiga Ana publicar tal coisa, diz ainda que os miúdos não merecem ter as caras assim expostas e que eles nunca fariam mal a Elisa. Alexandra chega, apresenta-se e pede para ver o jornal. Pergunta a Joana como está Rui, esta diz-lhe que os jornalistas não o deixam em paz. Manuel pergunta se querem tomar alguma coisa, ambas pedem um café.

Na mansão dos Menezes, Francisca olha para o exterior, pela janela. Pega no telemóvel e marca um número. Francisca liga a Ana, que está no exterior da moradia, dizendo que está desiludida com a jornalista. Francisca diz que os primos de Elisa são testemunhas, Ana diz que as pessoas estão interessadas porque estão preocupadas com ela, estão a sofrer com ela. Francisca remata dizendo que ninguém está a sofrer como ela.

Na casa dos Pires, Olívia abraça Rui, que acabou de chegar. Constança e Bruno também estão presentes. Comentam que alguém tem que dar a cara, que não pode continuar assim. Rui diz que é difícil a partir do momento em que existem provas. Todos olham para ele surpreendidos. Rui diz que Gonçalo e Sebastião foram interrogados e que ambos mentiram. Bruno diz que não foram considerados suspeitos no caso.  Rui pergunta o porquê de não terem dito nada durante tanto tempo. Bruno diz que o compreende, mas não pode acreditar em tudo e, pede a Rui que considere que eles são crianças. Rui diz que a filha está desaparecida há dez dias, que não lhe peçam para encontrar a lógica da situação. Rui lança um último olhar às irmãs e sai.

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